Há muita controvérsia sobre a invenção do telefone, que geralmente tem sido atribuída a Alexander Graham Bell.
Entretanto, como reconheceu o Congresso dos Estados Unidos através da resolução 269, de 15 de junho de 2002, o aparelho foi inventado por volta de 1860 pelo italiano Antonio Meucci, que o chamou telettrofono..[1] A primeira demonstração pública da invenção de Meucci teve lugar em 1860, e teve sua descrição publicada num jornal de língua italiana de Nova Iorque. Meucci criou o telefone com a necessidade de comunicar-se com sua esposa, esta era doente e por isso ficava de cama no seu quarto no andar superior. O laboratório de Meucci ficava no térreo, assim ele não tinha condições cuidar da esposa e trabalhar ao mesmo tempo, daí ele inventou o telefone, a fim de que se sua esposa precisasse dele não tivesse que gritar ou sair de seu leito. Os primeiros telefones no Brasil foram instalados no Rio de Janeiro. Em 1883 a cidade contava com 5 centrais telefônicas, cada uma com capacidade para 1000 linhas, e também funcionava a primeira linha interurbana, ligando o Rio a Petrópolis.
Campinas foi a terceira cidade do mundo a ter uma linha telefônica (logo após Chicago e o Rio de Janeiro).
No Rio Grande do Sul o serviço telefônico foi instalado em 1885, em Pelotas, com a União Telefônica.
A primeira empresa brasileira foi a Brazilian Telephone Co., que depois de passar por diversos proprietários, foi incorporada, em junho de 1889, à Brasilianische Elektrizitäts Gesellschaft, com sede em Berlim, que ganhou uma concessão de 30 anos.
Em 1906, um incêndio destruiu a central telefônica na Praça Tiradentes (Rio de Janeiro), deixando a cidade sem telefone por 7 meses.
[editar] No Brasil
No Brasil os primeiros telefones foram instalados no Rio de Janeiro. Em 1883 a cidade contava com 5 centrais telefônicas, cada uma com capacidade para 1000 linhas, e também funcionava a primeira linha interurbana, ligando o Rio a Petrópolis.
Campinas foi a terceira cidade do mundo a ter uma linha telefônica (logo após Chicago e o Rio de Janeiro).
No Rio Grande do Sul o serviço telefônico foi instalado em 1885, em Pelotas, com a União Telefônica.
A primeira empresa brasileira foi a Brazilian Telephone Co., que depois de passar por diversos proprietários, foi incorporada, em junho de 1889, à Brasilianische Elektrizitäts Gesellschaft, com sede em Berlim, que ganhou uma concessão de 30 anos.
Em 1906, um incêndio destruiu a central telefônica na Praça Tiradentes (Rio de Janeiro), deixando a cidade sem telefone por 7 meses. Os primeiros telefones eram conectados a uma central manual, operada por uma telefonista. O Usuário tinha que girar uma manivela para gerar a "corrente de toque" e chamar a telefonista que atendia e, através da solicitação do usuário, comutava os pontos manualmente através das "pegas". Assim um assinante era conectado ao outro. Com o surgimento das centrais automáticas os telefones passaram a ser providos de "discos" para envio da sinalização. Estes discos geravam a sinalização decádica, que consiste de uma série de pulsos (de 1 a 10). Esta tecnologia prevaleceu até o final da década de 1960 quando começaram a surgir os telefones com teclado eletrônico. Os telefones com teclado facilitavam a "discagem", pois demorava menos para teclar um número. Foram desenvolvidos teclados que enviavam os pulsos de sinalização decádica conforme a tecla deprimida (carregada). Posteriormente com o advento da sinalização DTMF o envio de sinalização ficou ainda mais rápido.
Atualmente vem crescendo o uso da telefonia pela internet, usando VoIP (Voz sobre IP, do inglês Voice over IP) e Voz sobre Frame Relay. Há muitos programas que usam esta tecnologia, entre os quais pode-se destacar o Skype, que tem sido muito bem sucedido na missão de usar a internet como meio de transmissão de voz. Com a disseminação da telefonia pela internet começaram a ser fabricados os ATAs - Adaptadores para telefones analógicos, dispositivos que permitem a conexão de um telefone convencional à internet. Referências
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Este Espaço é mais uma ferramenta de apoio ao nosso trabalho em prol do Reino de CRISTO aqui nesta terra dos viventes.
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QUE ALEGRIA SUA VISITA!
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A PALAVRA DE DEUS DIZ QUE IDE E PREGAI O EVANGELHO A TODA CRIATURA.
quinta-feira, 11 de março de 2010
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
O gigolô das palavras

Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por seu professor de Português: saber se eu considerava o estudo da gramática indispensável para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava seu gravador cassete, certamente o instrumento vital da pedagogia moderna, e andava arrecadando opiniões. Suspeitei de saída que o tal professor lia esta coluna, se descabelava diariamente com as suas afrontas ás leis da língua, e aproveitava aquela oportunidade pra me desmascarar. Já estava até preparando, às pressas, minha defesa (“Culpa da revisão! Culpada revisão!”). Mas os alunos desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo errado? Não. Então vamos em frente.
Respondi que a linguagem, qualquer linguagem, é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro, certo? O importante é comunicar. (E quando possível surpreender, iluminar, divertir, comover... Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática.) A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas, e aí é de interesse restrito a necrólogos e professores de Latim, gente em geral pouco comunicativa. Aquela sombria gravidade que a gente nota nas fotografias em grupo dos membros da Academia Brasileira de Letras é de reprovação pelo Português ainda estar vivo. Eles só estão esperando, fardados, que o Português morra para poderem carregar o caixão e escrever sua autópsia definitiva. É o esqueleto que nos traz de pé, certo, mas ele não informa nada, como a Gramática é a estrutura da língua, mas sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias conversam entre si em Gramática pura.
Claro que eu não disse tudo isso para meus entrevistadores. E advertir que minha implicância com a Gramática na certa se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em Português. Mas – isto eu disse – vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão dispensável que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas. E tenho com elas a exemplar conduta de um cáften profissional. Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para satisfazer um gosto passageiro. Maltrato-as, sem dúvida. E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua vida. Não me interessa seu passado, suas origens, sua família, nem o que outros já fizeram com elas. Se bem que não tenho também o mínimo escrúpulo em roubá-las de outro, quando acho que vou ganhar com isto. As palavras afinal, vivem na boca do povo. São faladíssimas. Algumas são de baixíssimo calão. Não merecem o mínimo respeito.
Um escritor que passasse a respeitar a intimidade gramatical das suas palavras seria tão ineficiente quanto um gigolô que se apaixonasse pelo seu plantel. Acabaria tratando-as com a deferência de um namorado ou com a tediosa formalidade de um marido. A palavra seria a sua patroa! Com que cuidados, com que temores e obséquios ele consentiria em sair com elas em público, alvo da impiedosa atenção de lexicógrafos, etimologistas e colegas. Acabaria impotente, incapaz de uma conjunção. A gramática precisa apanhar todos os dias para saber quem é que manda.
Luís Fernando Veríssimo, 1985.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
O CEGO E O PUBLICITÁRIO
Dizem q havia um cego sentado na calçada em Paris, c/ um boné aos seus pés e 1 pedaço de madeira q, escrito com giz branco, dizia: " Por favor, ajude-me, sou cego ".
Um publicitário da área de criação, q passava em frente a ele, parou e viu poucas moedas no boné.Sem pedir licença,pegou o pedaço de madeira, virou-o e escreveu 1 nova mensagem.
Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Pela tarde o publicitário novamente por ali... agora o boné do cego estava cheio de notas e moedas.
O cego reconheceu as pisadas e o perfume e lhe perguntou se havia sido ele quem reescrevera seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito.
O publicitário respondeu:"Nada q não esteja de acordo com seu anúncio, mas, c/ outras palavras".
No cartaz dizia:"Hoje é primavera em Paris e eu não posso vê-la."
"Eu me sentirei orgulhoso quando ouvir você falar com sabedoria."Prov 23:16
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
REFLEXÃO! AS TRÊS PENEIRAS

AS TRÊS PENEIRAS
Um rapaz procurou Sócrates e disse-lhe que precisava contar-lhe algo sobre alguém.
Sócrates ergueu os olhos do livro que estava lendo e perguntou:
- O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?
- Três peneiras? - indagou o rapaz.
- Sim ! A primeira peneira é a VERDADE. O que você quer me contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido falar, a coisa deve morrer aqui mesmo. Suponhamos que seja verdade. Deve, então, passar pela segunda peneira: a BONDADE. O que você vai contar é uma coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo? Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar ainda pela terceira peneira: a NECESSIDADE. Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta?
Arremata Sócrates:
- Se passou pelas três peneiras, conte !!! Tanto eu, como você e seu irmão iremos nos beneficiar.
Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos, colegas do planeta.
PALAVRAS...

Reivindicar espírito positivo, não é nada: é preciso adotar um espírito aberto, de afirmação, abrir os olhos sobre um mundo que não é tudo negro nem branco, mas repleto de múltiplas cores.
Para treinar, faça este exercício: meça as palavras sobre os seus medos e os sentimentos negativos que por vezes vos preocupam. De seguida, tente definir as palavras e volte a ver o seu lado positivo. Vai ver que é possível!
MORTE: O nosso fim é também o que dá grandeza e sentido a nossa vida. Tudo o que criamos de bom, de verdade, nós fazemo-lo dentro de limites (quadros, jardins, móveis, discursos...). O homem tem limites, e é a esse preço que ele pode fazer a sua obra de arte que é a vida.
ESPERA: É necessário e preferível ao super prazer. Saber esperar é próprio do sábio que sabe esperar para obter o que deseja. Nada se consegue sem que se ultrapassa alguns obstáculos e sem mais tarde se visualizar o fim. Aprenda a estar atento e a apreciar o melhor que vos é oferecido.
VAZIO: Se o vazio não existisse, nada seria, porque é preciso um lugar onde se descarregue o negativo. Tudo o que existe está num lugar que lhe é reservado. Encontre o seu lugar e não tenha medo dos momentos vazios que a vida lhe pode oferecer.
ESQUECER: Se se lembrar de tudo, é como se nunca tivesse feito a digestão. Se comecemos e não eliminássemos o que não interessa, a nossa saúde correria perigo. Esquecer é uma função necessária para que a sua vida seja equilibrada e saudável.
IGNORÂNCIA: Ignorar é darmos a nós próprios uma oportunidade de conhecer e aprender, sem ter preconceitos ou ter idéias preconcebidas. Não se deve confundir ignorância com estupidez: o ignorante sabe que nada sabe, enquanto que o estúpido não sabe nada e pensa que sabe.
DEFEITOS: Por que nós complexamos com os nossos defeitos? É um sinal que faz sobressair uma pele macia e branca, não é? É uma boca muito grande que atrai os beijos, não é? É um peito pequeno que atrai carícias, não é? A beleza perfeita é cansativa. Tem que existir um pequeno defeito para que ela se torne mais interessante, mais complexa, e mais atraente.
Pense noutras palavras e noutros defeitos, e encontre o seu significado positivo.
Meditação:
“Tua palavra
Tua palavra é lâmpada para os meus pés, e LUZ para o Meu Caminho”
Salmos 119:105
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Ó MEU DEUS