JESUS CRISTO ONTEM HOJE E ETERNAMENTE

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A PALAVRA DE DEUS DIZ QUE IDE E PREGAI O EVANGELHO A TODA CRIATURA.

sábado, 7 de maio de 2011

QUANDO DEUS CRIOU AS MÃES!



No dia em que Deus criou as mães, um anjo apareceu-lhe e disse:
-Por que esta criação está lhe deixando tão inquieto senhor?
E o Senhor Deus respondeu-lhe:
-Você já leu as especificações desta encomenda?
Ela tem que ser totalmente lavável, mas não pode ser de plástico.
Deve ter 180 partes móveis e substituíveis, funcionar à base de café e sobras de comida. Ter um colo macio que sirva de travesseiro para as crianças.
Um beijo que tenha o dom de curar qualquer coisa, desde um ferimento até as dores de uma paixão, e ainda ter seis pares de mãos.

O anjo balançou lentamente a cabeça e disse-lhe:
-Seis pares de mãos Senhor? Parece impossível?!

-Mas o problema não é esse, falou o Senhor Deus - e os três pares de olhos que essa criatura tem que ter?

O anjo, num sobressalto, perguntou-lhe:
-E tem isso no modelo padrão?
O Senhor Deus assentiu:
-Um par de olhos para ver através de portas fechadas, para quando se perguntar o que as crianças estão fazendo lá dentro (embora ela já saiba); outro par na parte posterior da cabeça, para ver o que não deveria, mas precisa saber, e naturalmente os olhos normais, capazes de consolar uma criança em prantos, dizendo-lhe: "Eu te compreendo e te amo!" - sem dizer uma palavra.

E o anjo mais uma vez comenta:
-Senhor... já é hora de dormir. Amanhã é outro dia.

Mas o Senhor Deus explicou-lhe:
-Não posso, já está quase pronta. Já tenho um modelo que se cura sozinho quando adoece, que consegue alimentar uma família de seis pessoas com meio quilo de carne moída e consegue convencer uma criança de 9 anos a tomar banho...

O anjo rodeou vagarosamente o modelo e falou:
-É muito delicada, Senhor!

Mas o Senhor Deus disse entusiasmado:
-Mas é muito resistente! Você não imagina o que esta pessoa pode fazer ou suportar!

O anjo, analisando melhor a criação, observa:
-Há um vazamento ali, Senhor...
-Não é um simples vazamento, é uma lágrima! E esta serve para expressar alegrias, tristezas, dores, solidão, orgulho e outros sentimentos.
-Vós sois um gênio, Senhor! - disse o anjo entusiasmado com a criação.
-Mas disse o Senhor: isso não fui eu que coloquei. Apareceu assim...

Essa ilustração é tocante.Deus tem uma compreensão especial pelo coração de mãe,

"Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti." Is 49.15

A melhor coisa que podemos fazer com e pelos nossos filhos é leva-los a Deus e deixá-los sob a benção do Senhor. Como mães cristãs precisamos entender que nem sempre teremos os filhos debaixo de nossos olhos. Entregue seus filhos nas mãos de Deus. Ore sempre pelos seus filhos. Temos que confiar que a graça de Deus suprirá o que faltar em nossos esforços.

Quero deixar também para a sua meditação..

AS BEM AVENTURANÇAS DA MÃE CRISTÃ

* Feliz a mãe que se entrega nas mãos de deus e busca o seu reino em primeiro lugar, certa de que "todas as demais coisas lhes serão acrescentadas".

* Feliz a mãe que ensina os filhos no caminho em que devem andar, para que, "ainda quando forem velhos não se desviem dele".

* Feliz a mãe que pode ser achada como mulher virtuosa, cujo valor excede o de finas jóias.

* Feliz a mães cujas mãos estão dispostas ao trabalho; "atende ao bom andamento de sua casa e não come o pão da preguiça".

* Feliz a mãe cujos filhos "levantam-se e chamam-na bem-aventurada e seu marido a louva, dizendo: muitas mulheres procedem virtuosamente, mas tu a todas sobrepujas".

* Feliz a mãe que, como Ana, educa seu filho para Deus; ela o leva para a casa do Senhor.

* Feliz a mãe cuja a glória não está apenas nos filhos ou no lar, mas na certeza do lar eterno.


Deus te abençõe querida mãe!

terça-feira, 3 de maio de 2011

*REDAÇÃO VENCEDORA DE ALUNA DA UFPE




Ménage a trois na Gramática.
Enviado por: "mccayres" mccayres@gmail.com mccayres
Seg, 2 de Mai de 2011 7:33 pm
*REDAÇÃO DE ALUNA DA UFPE
Leiam até o final, é muito legal! Redação feita por uma aluna do curso de
Letras, da UFPE Universidade Federal de Pernambuco (Recife), que venceu um
concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática
Portuguesa. *

Redação:

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no
elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos
bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido,
feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado
nominal.
Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito
oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes
ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num
lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se
insinuar, a perguntar, a conversar.
O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno
índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou
o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco
tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a
se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do
substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu
aposto.
Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética
clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um
hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando
ele começou outra vez a se insinuar.
Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente
chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num
transitivo direto.
Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu
ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um
período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela
confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou
outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas
palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum
de dois gêneros.
Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos
e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa
próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.
Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um
perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu
grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu
repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo,
e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram
gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver
aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo
auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo
o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto
adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um
superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa
maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi
chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu
tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições
eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do
substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois
dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na
história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e
voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo
feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Porque as Mulheres Choram?




Autor Desconhecido.

Um garotinho perguntou à sua mãe:

- Mamãe, por que você está chorando?

E ela respondeu:
- Porque sou mulher...
- Mas... eu não entendo.

A mãe se inclinou para ele, abraçou-se e disse:
- Meu amor, você jamais irá entender!

Mais tarde o menininho perguntou ao pai:
- Papai, porque mamãe às vezes chora sem motivo?
- Todas as mulheres sempre choram sem motivo...

Era tudo o que o pai era capaz de responder...

O garotinho cresceu e se tornou um homem. E, de vez em quando, fazia a si mesmo a pergunta: "por que será que as mulheres choram, sem ter motivo para isso?"

Certo dia esse homem se ajoelhou e perguntou a Deus:
- Senhor, diga-me... por que as mulheres choram com tanta facilidade?

E Deus lhe disse:
- Quando eu criei a mulher, tinha que fazer algo muito especial.
Fiz seus ombros suficientemente fortes, capazes de suportar o peso do mundo inteiro... porém suficientemente suaves para confortá-lo.
Dei a ela uma imensa força interior para que pudesse suportar as dores da maternidade e também o desprezo que muitas vezes provem de seus próprios filhos!
Dei-lhe a fortaleza que lhe permite continuar sempre a cuidar de sua família, sem se queixar, apesar das enfermidades e do cansaço, até mesmo quando outros entregam os pontos!
Dei-lhe sensibilidade para amar seus filhos, em qualquer circunstância, mesmo quando esses filhos a tenham magoado muito...
Essa sensibilidade lhe permite afugentar qualquer tristeza, choro ou sentimento da criança, e compartilhar as ansiedades, dúvidas e medos da adolescência!
Porém, para que possa suportar tudo isso, meu filho... eu lhe dei as lágrimas, e são exclusivamente, para usá-las quando precisar. Ao derramá-las, a mulher verte em cada lágrima um pouquinho de amor. Essas gotas de amor desvanecem no ar e salvam a humanidade!

O homem respondeu com um profundo suspiro...
- Agora eu compreendo o sentimento de minha mãe, de minha irmã, de minha esposa.

domingo, 1 de maio de 2011

TORTA DE MORANGO




ATIVIDADE DE PRODUÇÃO TEXTUAL



Massa: Creme
• 2 colheres ( sopa) de margarina * 1 lata de leite condensado
• 2 colheres (sopa) de óleo * 1 lata de creme de leite
• 1 ovo inteiro * 3 gemas
• 2 colheres rasas (sopa) de açúcar *3 copos de leite
• 1 pitada de sal *1 colher de maisena
• 1 colher rasa (sopa) de *2 caixinhas de morango
fermento em pó
• Farinha de trigo até a massa *1 gelatina de morando
desgrudar da mão.


ATIVIDADE EM DUPLAS:

1) Produzir um texto prático, com o modo de fazer, para uma pessoa que NÃO ENTENDA NADA de cozinha e que após a produção, ela consiga fazer bem a receita.

2) Em seguida trabalhar com os alunos as questões da textualidade.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Lei do Caminhão de Lixo (Dinâmica)



Objetivos:

* Jogar fora tudo o que não te faz crescer;
* Valorizar o melhor que tem em cada um de nós;
* Ultrapassar as barreiras que nos deixam cheios de lixo mental, emocional etc.


Um dia peguei um táxi e fomos direto para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa quando de repente um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente. O motorista do táxi pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz!

O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar palavrões. O motorista do taxi apenas sorriu e acenou para o cara. E eu quero dizer que ele o fez bastante amigavelmente.

Assim eu perguntei: 'Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda para o hospital!' Foi quando o motorista do taxi me ensinou o que eu agora chamo "A Lei do Caminhão de Lixo".

Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por ai carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, e de desapontamento. A medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente. Não tome isso pessoalmente.

Apenas sorria, acene, deseje-lhes bem, e vá em frente. Não pegue o lixo delas e espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas. O princípio disso é que pessoas bem sucedidas não deixam os caminhões de lixo estragarem o seu dia. A vida é muito curta para levantar de manhã com remorso, assim... Ame as pessoas que te tratam bem. Ore pelas que não o fazem.

A vida é dez por cento o que você faz dela e noventa por cento a maneira como você a recebe!

ATIVIDADE: PEDIR QUE OS ALUNOS DESENHEM UM CAMINHÃO CHEIO DO QUE ELES DESEJAREM; APÓS O DESENHO FEITO, FAZER A LEITURA DO TEXTO E ENTRAR NAS DISCUSSÕES ACERCA DO QUE ELES COLOCARAM NO CAMINHÃO E O QUE REALMENTE VALE A PENA GUARDAR EM NOSSA MENTE E EM NOSSO CORAÇÃO...

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