JESUS CRISTO ONTEM HOJE E ETERNAMENTE

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sexta-feira, 4 de abril de 2014

História de William Douglas ( O maior Concurseiro Do Brasil

Uma vida construída sobre derrotas: histórias do guru Quinta-feira, 14 de julho de 2011 Sempre me perguntam como conquistei tanto e tive tanto sucesso em minha vida e em minhas escolhas, e sempre respondo que não foi sem esforço; afinal, essa trajetória foi construída sobre derrotas. Sempre admirei oradores, tribunos, palestrantes, mas meu discurso ainda era muito insipiente. Achava os esportes algo muito legal, mas era ruim em quase todos, ao menos todos os que havia experimentado. Era daqueles jogadores de futebol que “se marcam sozinhos”. Também não tinha sucesso quando se tratava de conquistas amorosas. Sempre tive espírito empreendedor, porém minhas incursões no empreendedorismo não foram lá muito bem-sucedidas, fruto, provavelmente, da inexperiência. Olhando para trás, das 14 empresas que montei, 12 deram errado. Nos concursos não foi diferente, amarguei várias derrotas seguidas, como todos já sabem. Colecionei seis reprovações. Para melhorar com as garotas, comprei um livro sobre conquista amorosa. Para passar no vestibular, comecei estudando 10 minutos por dia, e fui me obrigando a estudar mais até passar o dia todo estudando, das 8h às 22h, com intervalos de 10 minutos a cada hora de estudo. Quanto às empresas, fui montando uma atrás da outra, sem nunca desistir. Concursos também, um atrás do outro, sempre procurando ver por que eu era rejeitado ou reprovado e, em seguida, tentandonovamente, sem cometer o mesmo erro. Eu poderia até falhar de novo, mas que fosse por um motivo diferente. Ao longo dessa jornada, descobri as lições de William E. Deming, que fala sobre o CicloPDCA (Plan–Do–Check–Action), ou seja, o ciclo no qual você PLANEJA, AGE, CHECA OS RESULTADOS e providencia uma AÇÃO CORRETIVA na próxima tentativa, se a primeira tiver falhado. Isso realmente funciona! Eu não sabia ainda o nome do processo, mas, intuitivamente, sempre o apliquei: ter um plano, tentar, errar, ver onde houve erro e tentar de novo, de um modo melhor. A Programação Neurolinguística (PNL) ensina que temos de saber o que queremos, atentar ao que está acontecendo (aos resultados que estamos obtendo) e termos flexibilidade para mudar até acertar. É a mesma lição do Ciclo PDCA, apenas posta em outras palavras e, por fim, descobri uma das lições do megainvestidor Warren Buffett: “Eu não tenho nenhum problema em fazer negócios com alguém que já foi à falência. Mas jamais farei negócios com alguém que foi à falência duas vezes pelo mesmo motivo”. E essa foi a lição que tirei de todas as derrotas que tive: você nunca será um perdedor ou fracassado, qualquer que seja o número de reveses e insucessos que tenha tido ao longo da jornada, desde que mantenha seu sonho, sua atitude e sua disposição de aprender com o erro e tentar de novo. Foi assim que cheguei lá. Derrota e fracasso são situações, não pessoas. É preciso traçar estratégias para vencer os obstáculos, fazer planos e traçar rotas para chegar aonde se quer. Posso dizer que segui esse roteiro e hoje estou aqui para convidá-lo a sonhar, errar, consertar os erros e seguir em frente. Não se fie nas pessoas que criticam seus fracassos ou que dizem que você nunca irá conseguir. São pessoas negativas e, mesmo que tenham boas intenções, mesmo que estejam falando isso pensando em sua frustração caso não seja vitorioso, você não pode ter essa influência antes de tentar. Você precisa se cercar de pessoas que sonhem junto e alto, ou que, pelo menos, não atrapalhem sua caminhada. A lição que as derrotas me trouxeram foi muito boa. Aprendi que elas podem se transformar em vitórias se você for ajustando sua estrutura. Como diz um amigo, um “não” é um “sim” à espera de ser conquistado. Tentando de novo, mas dessa nova vez de um jeito melhor. William Douglas é juiz federal/RJ,professor e escritor - www.williamdouglas.com.br

quinta-feira, 27 de março de 2014

Afetividade entre Pais e Filhos

A afetividade entre pais e filhos é coisa que cresce ao longo do tempo, através do envolvimento que ambos vão tendo no cotidiano de suas vidas. Com a vida moderna, a correria do nosso cotidiano, como o excesso de trabalho, faz com que as relações entre pais e filhos se estreitem cada vez mais. Mas isso não é problema quando há qualidade nos momentos em que estão juntos. Algumas atitudes podem auxiliar na formação de um bom vínculo afetivo, nos mais simples e diversos fatos do dia-a-dia. Todos os dias, ao chegar do trabalho, os pais devem buscar os filhos, tentando mostrar para eles que mesmo não estando presente o tempo todo, se preocupam com as coisas de suas vidas. É importante que conversem, trocando informações de como foi o dia de cada um, o que sentiram ao ficarem afastados, como transcorreram as coisas, etc. Ouvir é uma atitude importante para quem quer demonstrar atenção, bem como conversar olhando nos olhos dos outros. É comum acharmos que conhecemos tudo dos filhos, das suas vidas, mas interrompê-los numa conversa é uma atitude que os deixa chateados. Por isso, nos dedicarmos a esses momentos é uma forma de comprovar atenção e carinho. É importante acompanhar as tarefas escolares Demonstrar interesse por suas atividades escolares também é uma forma de aproximação. Os pais devem manter esse tipo de diálogo todos os dias para que os filhos sintam-se amparados, seguros de que alguém se preocupa com eles. Com as modernidades do mundo high tech fica fácil participar da vida dos filhos, mesmo estando longe por alguns períodos. Uma ligação de surpresa, para saber se está tudo bem, os deixará muito feliz. Mensagens de celular também é uma maneira de manifestar preocupação e cuidado, porém, os excessos podem fazer com que os filhos sintam-se vigiados. Valorizar as qualidades dos mesmos também ajuda muito nas relações afetivas. A criança ou jovem que recebe elogios tem sua auto-estima elevada, sentem-se mais capacitados e seguros para realizar suas atividades. Família reunida no preparo da refeição Compartilhar as atividades domésticas também é uma boa forma de manter os laços entre pais e filhos. Os pais poderão pedir que estes ajudem ou que fiquem por perto para irem conversando enquanto trabalham. Momentos na cozinha reforçam as relações entre todos os familiares. À mesa, poderão compartilhar ótimos momentos de prazer, com conversas muito agradáveis e produtivas. O importante é que os pais consigam demonstrar o quanto amam os filhos, mesmo não estando perto deles por todo tempo e, nos finais de semana, aproveitar para compensar essa ausência (,) programando diversões em que possam ficar juntos. Por Jussara de Barros Graduada em Pedagogia Equipe Brasil Escola

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

ANÁLISE DA CHARGE

ANÁLISE DA CHARGE "REDE SOCIAL" 01) Defina o que é uma rede social: a) no campo das comunicações; b) no cartum estudado; 02) As redes sociais são mesmo necessárias para todo mundo? Justifique sua resposta: 03) Quais as vantagens e desvantagens das redes sociais? 04) A principal característica textual existente nas postagens das redes sociais, principalmente no Twitter, é: (a) o uso excessivo de gírias; (b) a falta de pontuação nos textos; (c) a preocupação com a síntese textual; (d) facilidade de relacionamento entre desconhecidos; (e) o uso de letras maiúsculas para chamar a atenção; 05) Quais os dois sentidos assumidos pela expressão “rede social” na charge? 06) A “rede social” a que o homem se refere tem alguma semelhança com a que costumamos usar/falar no nosso dia a dia? 07) A imagem da charge pode mesmo ser considerada uma “rede social”? Por quê? 08) O título da charge faz uma intertextualidade com um problema social através de um outro sentido da palavra “rede”. Identifique-o: 09) Em que consiste o humor da charge? 10) Crie um parágrafo dissertativo sobre o principal tema extraído da charge em questão: 11) O que você entende por analfabetismo digital? Podemos dizer que a família presente na charge é um exemplo disso? 12) Há uns 10 anos, o que equivaleria às redes sociais para manter as pessoas atualizadas e interagindo umas com as outras? 13) Quais são as redes sociais mais conhecidas? Enumere-as: 14) Existe alguma rede social que possa ser considerada absolutamente necessária para um ser humano? Cite-a e justifique sua resposta: 15) Qual a principal crítica apresentada na charge? 16) Relacione a charge em questão com a charge abaixo, explicando bem o seu raciocínio:

terça-feira, 8 de outubro de 2013

PASSOS PARA RESUMIR UM TEXTO

Por que resumir um texto? Qual a finalidade? Bom, a verdade é que se resumo não fosse bom, o professor não insistia em cobrar ou aconselhar que fosse feito! Resumir é o ato de ler, analisar e traçar em poucas linhas o que de fato é essencial e mais importante para o leitor. Quando reescrevemos um texto, internalizamos melhor o assunto e não nos esquecemos dele. Afinal, não aprendemos com um simples passar de olhos pelas letras! Dessa forma, podemos até dizer que lemos o texto, mas quanto a assimilar...será difícil afirmar que sim! O fato de sintetizar um texto ou capítulos longos pode se tornar um ótimo hábito e auxiliá-lo muito em todas as disciplinas, pois estará atento às ideias principais e se lembrará dos pontos chaves do conteúdo. Expor o texto em um número reduzido de linhas não parece ser fácil? Não se preocupe, a seguir estão alguns passos para se fazer um bom resumo e se dar bem: - Faça uma primeira leitura atenciosa do texto, a fim de saber o assunto geral dele; - Depois, leia o texto por parágrafos, sublinhando as palavras-chaves para serem a base do resumo; - Logo após, faça o resumo dos parágrafos, baseando-se nas palavras-chaves já destacadas anteriormente; - Releia o seu texto à medida que for escrevendo para verificar se as ideias estão claras e sequenciais, ou seja, coerentes e coesas. - Ao final, faça um resumo geral deste primeiro resumo dos parágrafos e verifique se não está faltando nenhuma informação ou sobrando alguma; - Por fim, analise se os conceitos apresentados estão de acordo com a opinião o autor, porque não cabem no resumo comentários pessoais. Sabrina Vilarinho Pós Graduada em Letras

sábado, 14 de setembro de 2013

VERDADE ABSOLUTA OU VERDADE RELATIVA?

Verdade relativa, Verdade absoluta Seria simplista demais concluir que atualmente há uma busca frenética e objetiva em torno da verdade. Podemos dizer que há, sim, um desejo latente por tentar encontrar verdades que se adaptem às necessidades ou prazeres. No Brasil, vários programas de TV têm investido tempo e dinheiro em atrações que se propõem a extrair a verdade de participantes por meio de perguntas constrangedoras e dos tais polígrafos que se tornaram verdadeiras referências “científicas” do que é ou não verdade. Em alguns casos, altas somas de dinheiro são pagas aos que agem com mais “sinceridade”, embora quem estude um pouco o assunto saiba com clareza que os parâmetros de análise são insuficientes para se definir com precisão se determinada pessoa mente ou fala o que realmente lhe aconteceu. Nem sempre o que mais interessa é a verdade, mas as verdades ali relatadas. A busca da verdade ou de verdades sempre gerou historicamente discussões filosóficas e teológicas. Impérios do passado sempre adotaram a prática de impor suas “verdades” para os povos conquistados e subjugados. Seriam verdades sob o ponto de vista religioso e cultural que teriam de ser aceitas pelo único fato de aquelas nações terem sido derrotados em guerras. Mais tarde, temos o exemplo da época medieval em que os dogmas religiosos se tornaram verdades absolutas. Ou seja, aquilo que era definido pela religião predominante deveria ser acatado pelos demais sem negociação prévia ou exercício de convencimento ou persuasão. Em torno desse debate, novas igrejas surgiram, antigas raízes filosóficas se reergueram e chegou-se ao ponto de pensadores declararem que tudo era relativo e que a razão poderia explicar tudo sem necessidade de crenças sobrenaturais. O interessante é que realmente a Bíblia fala de verdade absoluta. Não há como negar isso. Quando o autor de um dos evangelhos afirma, conforme João 8:32, que “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” certamente ele está falando de algo completo e não de uma visão parcialmente humana a respeito de um assunto. Vamos mais além. O apóstolo Paulo, formado na tradicional escola judaica, também compartilha dessa mesma linha de pensamento sobre verdade. Nas advertências e saudações finais em sua carta aos cristãos da cidade de Corinto, Paulo declara, no capítulo 13 e versículo 8, que “pois nada podemos contra a verdade, senão em favor da verdade”. Mas, afinal de contas, que verdade é essa? O próprio Jesus Cristo dá a resposta em João 14:6. Cristo diz claramente que Ele mesmo é o “caminho, a verdade e a vida”. Esse raciocínio nos afasta da mentalidade meramente racionalista em que tudo precisa ser provado e que nada pode ser considerado absolutamente correto ou incorreto. Remete-nos imediatamente à fé em Jesus, ou seja, crença de que dependemos Dele e que não se trata apenas de ter mais uma ideia. Ele se apresenta como a resposta ao que o ser humano precisa, aos anseios mais profundos. Talvez o medo de se comprometer é que faça muitos fugirem da verdade absoluta. Sim, porque relativizar tudo é mais cômodo, não há uma ligação com qualquer ponto de vista ou doutrina ou fundamentação. Sem compromisso com Alguém que seja a verdade, não há necessidade, também, de submissão, obediência, renúncia ou qualquer ação desse tipo. A Bíblia confirma que verdade é Jesus Cristo e não uma mais uma opinião em meio às outras. E sabe o que significa isso na prática? O missionário JN Andrews sabia o que era isso falando pragmaticamente. Enviado dos Estados Unidos para a Europa, no século XVIII, para difundir ensinamentos da Bíblia ele realmente acreditava em uma verdade. Naquela terra estranha, sem a esposa e depois de perder dois filhos, só tinha a companhia de uma outra a filha que era uma importante ajudante no trabalho de elaborar publicações sobre a Bíblia. A jovem, porém, foi acometida de tuberculose e faleceu. Mesmo assim, Andrews continuou a acreditar naquela mensagem, naquela verdade. Na minha opinião, só pode exercer confiança semelhante quem considera a verdade como muito mais do que um conceito humano. Cada pessoa pode ficar ao lado de várias verdades nas quais acredita. Mas a Bíblia expressa verdade como Jesus Cristo, ou seja, Deus Filho, o que efetivamente tem poder para mudar a vida e transforma a mente. Claro que isso é fé. Algo que exige confiança plena, completa, sem reservas. E ousadia também. Nem todos estão ainda dispostos a dar esse passo. Mas devem ser respeitados. A relativização de tudo o que se pensa e se faz pode ser uma segurança contra dogmas fechados, mas pode ser um desprezo a algo maior do que nós mesmos, algo que transcende nossa vida por aqui. Felipe Lemos – Jornalista e blogueiro

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