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domingo, 31 de maio de 2009

REFLEXÃO: O CARPINTEIRO E A CASA




Um velho carpinteiro estava para se aposentar. Contou a seu patrão sobre seus planos de deixar o serviço de carpintaria e construção de casas, para viver uma vida calma com sua família. Obviamente ele se ressentia da falta do salário mensal, porém, necessitava e merecia a tão sonhada aposentadoria. O proprietário da empresa lamentou o desligamento de um de seus melhores funcionários, entretanto considerou justa sua reinvidicação.

Como última tarefa a desempenhar, o patrão solicitou a ele que construísse ainda mais uma última casa e então, poderia afastar-se da labuta diária.
O carpinteiro consentiu, mas, com o tempo, percebia-se nitidamente que seus pensamentos e seu coração não estavam no trabalho. Ele não se empenhou no serviço e utilizou mão-de-obra e matéria-prima de qualidade inferior.

Foi uma maneira lamentável de encerrar sua carreira !

Quando o carpinteiro terminou o trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da porta ao carpinteiro dizendo: esta casa é sua, é meu presente pra você !

Que vergonha ! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria sido tão relapso ! Agora, iria morar numa casa feita de qualquer maneira...

Assim acontece conosco.
Construímos nossas vidas de maneira distraída, reagindo mais do que agindo, desejando colocar menos do que o melhor.
Nos assuntos importantes, não empenhamos nosso melhor esforço. Então, em choque, olhamos para a situação que criamos e vemos que estamos morando na casa que construímos...

Pense em você como um carpinteiro. Pense em sua casa. Cada dia você martela um prego novo. Coloca uma armação ou levanta uma parede. Construa sabiamente, pois da qualidade desta construção, depende diretamente o seu futuro !


A vida é um projeto de “ faça você mesmo”!
A sua vida de hoje é o resultado de suas atitudes e escolhas feitas no passado.

Sua vida de amanhã é o resultado de suas atitudes e escolhas que fizer hoje.
Autor Anônimo

Conversa entre dois bebês (Humor)



- E aí, véio?
- Beleza, cara?
- Ah, mais ou menos. Ando meio chateado com algumas coisas.
- Quer conversar sobre isso? - É a minha mãe. Sei lá, ela anda falando umas coisas estranhas, me botando um terror, sabe?
- Como assim?
- Por exemplo: há alguns dias, antes de dormir, ela veio com um papo doido aí. Mandou eu dormir logo senão uma tal de Cuca ia vir me pegar. Mas eu nem sei quem é essa Cuca, pô. O que eu fiz pra essa mina querer me pegar? Você me conhece desde que eu nasci, já me viu mexer com alguém?
- Nunca.
- Pois é. Mas o pior veio depois. O papo doido continuou. Minha mãe disse que quando a tal da Cuca viesse, eu ia estar sozinho, porque meu pai tinha ido pra roça e minha mãe passear. Mas tipo, o que meu pai foi fazer na roça? E mais: como minha mãe foi passear se eu tava vendo ela ali na minha frente? Será que eu sou adotado, cara?
- Sabe a sua vizinha ali da casa amarela? Minha mãe diz que ela tem uma hortinha no fundo do quintal. Planta vários legumes. Será que sua mãe não quis dizer que seu pai deu um pulo por lá?
- Hmmmm. pode ser. Mas o que será que ele foi fazer lá? VIXE! Será que meu pai tem um caso com a vizinha?
- Como assim, véio?
- Pô, ela deixou bem claro que a minha mãe tinha ido passear. Então ela não é minha mãe. Se meu pai foi na casa da vizinha, vai ver eles dois tão de caso. Ele passou lá, pegou ela e os dois foram passear. É isso, cara. Eu sou filho da vizinha. Só pode!
- Calma, maninho. Você tá nervoso e não pode tirar conclusões precipitadas.
- Sei lá. Por um lado pode até ser melhor assim, viu? Fiquei sabendo de umas coisas estranhas sobre a minha mãe.
- Tipo o quê?
- Ela me contou um dia desses que pegou um pau e atirou em um gato. Assim, do nada. Puta maldade, meu! Vê se isso é coisa que se faça com o bichano!
- Caramba! Mas por que ela fez isso?
- Pra matar o gato. Pura maldade mesmo. Mas parece que o gato não morreu.
- Ainda bem. Pô, sua mãe é perturbada, cara..
- E sabe a Francisca ali da esquina?
- A Dona Chica? Sei sim.
- Parece que ela tava junto na hora e não fez nada. Só ficou lá, paradona, admirada vendo o gato berrar de dor.
- Putz grila. Esses adultos às vezes fazem cada coisa que não dá pra entender.
- Pois é. Vai ver é até melhor ela não ser minha mãe, né? Ela me contou isso de boa, cantando, sabe? Como se estivesse feliz por ter feito essa selvageria. Um absurdo. E eu percebo também que ela não gosta muito de mim. Esses dias ela ficou tentando me assustar, fazendo um monte de careta. Eu não achei legal, né. Aí ela começou a falar que ia chamar um boi com cara preta pra me levar embora.
- Nossa, véio. Com certeza ela não é sua mãe. Nunca que uma mãe ia fazer isso com o filho.
- Mas é ruim saber que o casamento deles é essa zona, né? Que meu pai sai com a vizinha e tal. Apesar que eu acho que ele também leva uns chifres, sabe? Um dia ela me contou que lá no bosque do final da rua mora um cara, que eu imagino que deva ser muito bonitão, porque ela chama ele de “Anjo”. E ela disse que o tal do Anjo roubou o coração dela. Ela até falou um dia que se fosse a dona da rua, mandava colocar ladrilho em tudo, só pra ele pode passar desfilando e tal.
- Nossa, que casamento bagunçado esse. Era melhor separar logo.
- É. só sei que tô cansado desses papos doidos dela, sabe? Às vezes ela fala algumas coisas sem sentido nenhum. Ontem mesmo veio me falar que a vizinha cria perereca em gaiola, cara. Vê se pode? Só tem louco nessa rua.
- Ixi, cara. Mas a vizinha não é sua mãe?
- Putz, é mesmo! Tô ferrado de qualquer jeito.

POESIA!!!



AO PERDER A TI... TU E EU PERDEMOS!!!
EU PQ, TU ERAS O QUE EU MAIS AMAVA...
E TU, PQ EU ERA O QUE TE AMAVA MAIS...
CONTUDO, DE NOS DOIS... TU PERDESTES MAIS DO QUE EU...
PQ, EU PODEREI AMAR OUTRAS PESSOAS COMO AMAVA A TI...
MAIS A TI, NÃO AMARÃO COMO TE AMEI EU!!!

Poeta Nicaraguense (Ernesto Gardenal)

terça-feira, 26 de maio de 2009

Texto: Eu ensinei a todos eles



Texto: Eu ensinei a todos eles

“Lecionei no antigo ginásio durante dez anos. No decorrer desse tempo, dei tarefas a, entre outros, um assassino, um evangelista, um pugilista, um ladrão e um imbecil.
O assassino era um menino tranqüilo que se sentava no banco da frente e me olhava com seus belos olhos azuis-claros; o evangelista era o menino mais popular da escola, liderava as brincadeiras dos jovens, ouvia todos, brincava e sempre estava pronto para ajudar; o pugilista ficava perto da janela e, de vez em quando, soltava uma risada rouca que espantava até os gerânios; o ladrão era um jovem bastante alegre com uma canção nos lábios que nunca mudava; e o imbecil, um animalzinho de olhos mansos, que procurava se esconder, sempre a sombra de alguém.
Hoje, a assassino espera a morte na Penitenciária do Estado; o evangelista há um ano jaz sepultado no cemitério da aldeia; o pugilista perdeu um olho em uma briga em Hong Kong; o ladrão, se ficar na ponta dos pés, pode ver a minha casa da janela da Cadeia Municipal e o pequeno imbecil, de olhos mansos de outrora, bate a cabeça contra a parede acolchoada do Asilo Estadual.
Todos esses alunos outrora sentaram-se em minha sala e me olhavam gravemente por cima das mesas marrons da escola. Eu devo ter sido muito útil para esses alunos – ensinei-lhes o plano rítmico do Soneto Elisabetano, todos os coletivos da imensa lista que eles viram, o quarteto da hipotenusa, o Teorema de Pitágoras e como diagramar uma sentença complexa. Eu fui “uma boa professora para eles e os mesmos aprenderam tudo direitinho...”
Texto adaptado para fins educativos e científicos
( Pullias, E. V. E Young. A arte do Magistério, Rio de Janeiro, Zahar, 1970. P. 48)

sábado, 23 de maio de 2009

DEPRESSÃO: a doença do homem moderno


DEPRESSÃO: a doença do homem moderno

O ser humano, ao longo dos séculos, evoluiu em vários campos: ciências, política e tecnologia. Contudo, no que refere ao campo pessoal, esse desenvolvimento não vem acontecendo, estamos regredindo. São muitos os fatores que vêm deixando o homem depressivo, a carga horária excessiva de trabalho, a violência, as preocupações de uma maneira geral, como também outros fatores que interferem em seu bem-estar.
A solidão é um desses fatores que perturbam a vida do homem moderno, pois o deixa cada vez mais ansioso e com uma imane depressão, porque a solidão é fruto de lembranças passadas, sentimentos que são adquiridos ao longo dos anos como medo, raiva, rancor e ódio. As competições. Irritações e os complexos deixam o homem desnorteado, infausto e isolado do mundo. O estresse violento também provoca inúmeras alterações em sua vida, acarreta conseqüências que em muitos casos são bastante desastrosas.
O homem, atualmente, convive com o “lixo mental” e, gradativamente, sem perceber, esse lixo destrói todo o seu arcabouço. A depressão segundo o Aurélio é um estado mental caracterizado por tristeza, desespero e desestímulo quanto a qualquer atividade. A mesma é uma conseqüência na vida do homem moderno. Segundo estudiosos, são médicos, professores, profissionais liberais, estudantes, executivos, entre outros, que atualmente convivem com esta terrível doença. A depressão é um mal cada vez mais comum, todavia, suas vítimas, em especial os trabalhadores comuns, continuam a ignorá-la; os médicos dizem que é uma doença genética. No entanto, as causas não são totalmente conhecidas.
De acordo como Dr. Wagner Gattaz, da Universidade de São Paulo (USP), a doença não é percebida pelo paciente, tampouco é comprovada em exames clínicos. “A pessoa pode parecer ótima, mas por dentro quase não existe. O ambiente é outro fato que contribui para o desenvolvimento desse terrível mal, a vida agitada das grandes cidades, a insatisfação pessoal e profissional, o perigo dos assaltos, o desemprego e as competições diárias. Tudo isso gera um imenso vazio na vida do homem moderno, que o conduz para o afastamento do convívio social.
Estatísticas atuais mostram e comprovam que a depressão ocupará o segundo lugar no ranking das doenças que mais matarão até 2010, perderá apenas para as doenças do coração. Segundo o Dr. Gattaz, para curar a depressão são necessários alguns dados elementares . Em primeiro lugar, a aceitação da doença por parte do paciente; segundo, a procura de um bom especialista que possa ajudar e cuidar bem do paciente; a escolha do medicamento correto por parte do paciente; evitar a automedicação; a mudança dos hábitos do cotidiano; e por fim, a superação do conceito, não só do paciente quanto dos familiares também.
O homem moderno conquistou todos os espaços que permeiam sua vida( Terra, Água, Espaço Sideral), contudo, não conseguiu a si próprio, mesmo evoluindo em várias áreas, permanece situado em lugar ermo e imensamente depressivo. Logo, a saúde é a maior riqueza que o ser humano possui. O homem necessita fazer caminhadas diárias, tirar algumas horas para o lazer com a família, tentar levar uma vida sem ornatos; já que foi capaz de tantos inventos importantes, também deve ser capaz de criar uma forma estável para viver bem, porque se ele adquire a tranqüilidade, a paz espiritual, pode se estruturar e conseguir sucesso tanto na vida pessoal quanto a profissional. Caso não consiga, irá sofrer as conseqüências desastrosas as quais em muitos casos serão danos irreparáveis como a depressão, que na maioria das vezes são irreversíveis.
Texto da professora Neusa Amorim
Em: 27 de agosto de 2003.

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