JESUS CRISTO ONTEM HOJE E ETERNAMENTE

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sexta-feira, 29 de junho de 2012

PROPÓSITOS E DESCRITORES DO PORTIFÓLIO ELETRÔNICO

PROPÓSITOS GERAIS 1. Manusear múltiplas ferramentas tecnológicas, proporcionando a expressão linguagens diferenciadas e a evidência de aprendizagens múltiplas; 2. Proporcionar a integração entre teoria e prática no âmbito do ensino da língua materna; 3. Evidenciar os processos de aprendizagem relativos aos conhecimentos específicos da disciplina Tendências Atuais do Ensino de Língua Portuguesa 1 – Educação Infantil; 4. Vivenciar a avaliação formativa como princípio teórico/prático para o trabalho pedagógico do professor e dos graduandos de modo a propiciar uma atuação conjunta para promover as aprendizagens; 5. Sistematizar as produções para evidenciar os progressos nas aprendizagens; PROPÓSITO ESPECÍFICO 1. Compartilhar com meus amigos blogueiros as reflexões feitas durante o desenvolvimento da disciplina; 2. Me familiarizar com o universo blogueiro; DESCRITORES 1. Cumprimento dos propósitos gerais; 2. Cumprimento do propósito específico; 3. Cumprimento de prazos (postagens semanais, socializações agendadas, etc) 4. Construção processual (ao longo do semestre) 5. Organização que facilita a compreensão das produções; 6. Apresentação de análise/reflexão das produções e de outros materiais incluídos; 7. Correção linguística dos textos (conforme as situações comunicativas, aos gêneros e aos tipos textuais, etc.) 8. Utilização de múltiplas linguagens (vídeo, áudio, imagens, etc.) 9. Existência de materiais complementares relacionados às temáticas discutidas; 10. Apresentação de síntese conclusiva; 11. Apresentação de avaliação final do processo de construção e elaboração do portfólio; Hoje é dia...

sábado, 16 de junho de 2012

Profissionalização docente: Ser professor nos dias de hoje Thaís Caroline Pessoa de Moura dos Santos Formada pela PUCPR em Pedagogia e cursando Pós graduação em Metodologias Inovadoras da Aprendizagem com ênfase em Psicopedagogia. Cinthia Saus Uliani Formada em Pedagogia pela UFPR e cursando Pós graduação em Metodologias Inovadoras da Aprendizagem com ênfase em Psicopedagogia. E-mail: thais@luzevida.com.br Ser professor hoje é uma tarefa bem difícil, mas prazerosa, pois ele precisa se dedicar, e muito, aos estudos, a pesquisa, ao seu desenvolvimento profissional e aos seus alunos. Como mediador da aprendizagem, participa ativamente do processo de aprender, incentivando a busca de novos saberes, sendo detentor de senso crítico, conhecendo profundamente o campo do saber que pretende ensinar, além de ser capaz de produzir novos conhecimentos, através da realidade que o cerca. Ufa, quanta coisa um único professor deve obter, sendo que isso não é tudo, existem mais inúmeras coisas que ele precisa, como paciência, criatividade, humildade, carisma, domino próprio e de público, etc. etc. etc. Pedro Demo em uma reportagem para a revista Profissão Mestre, disse: "Ser profissional hoje é principalmente saber, todo dia, renovar a profissão". Acreditamos que nenhum comentário precisa ser feito, pois essa frase diz tudo. Com tudo isso, será que o professor deve ser visto como a única fonte de saber? Para Celso Antunes não, ele acredita que "o professor de verdade sabe provocar curiosidade, ensina a pesquisar, a separar o joio do trigo, a usar o que se aprende em situações novas, transformando o aprender em compreender". Portanto, notamos que a profissão docente é uma das mais difíceis, pois temos desafios todos os dias, como ensinar o aluno a pensar, a pesquisar, etc. Até mesmo o professor aprende todos os dias, e a formação continuada deve ser uma constante na vida dele e, até mesmo, de todos os profissionais, pois como diz Júlio Clebsch, redator da revista Profissão Mestre: "O problema é a velocidade, e portanto, para dar conta de um mundo que muda cada vez mais rápido, não há nada mais pertinente do que saber pensar". REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Revista Profissão Mestre. Ano 6. n° 61. Outubro de 2004. Pgs. 18- 26. Jornal Virtual Profissão Mestre. Ano 5. n° 41. Novembro de 2004.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

O CARPINTEIRO E A CASA Um velho carpinteiro estava para se aposentar. Contou a seu patrão sobre seus planos de deixar o serviço de carpintaria e construção de casas, para viver uma vida calma com sua família. Obviamente ele se ressentia da falta do salário mensal, porém, necessitava e merecia a tão sonhada aposentadoria. O proprietário da empresa lamentou o desligamento de um de seus melhores funcionários, entretanto considerou justa sua reinvidicação. Como última tarefa a desempenhar, o patrão solicitou a ele que construísse ainda mais uma última casa e então, poderia afastar-se da labuta diária. O carpinteiro consentiu, mas, com o tempo, percebia-se nitidamente que seus pensamentos e seu coração não estavam no trabalho. Ele não se empenhou no serviço e utilizou mão-de-obra e matéria-prima de qualidade inferior. Foi uma maneira lamentável de encerrar sua carreira ! Quando o carpinteiro terminou o trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da porta ao carpinteiro dizendo: esta casa é sua, é meu presente pra você ! Que vergonha ! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria sido tão relapso ! Agora, iria morar numa casa feita de qualquer maneira... Assim acontece conosco. Construímos nossas vidas de maneira distraída, reagindo mais do que agindo, desejando colocar menos do que o melhor. Nos assuntos importantes, não empenhamos nosso melhor esforço. Então, em choque, olhamos para a situação que criamos e vemos que estamos morando na casa que construímos... Pense em você como um carpinteiro. Pense em sua casa. Cada dia você martela um prego novo. Coloca uma armação ou levanta uma parede. Construa sabiamente, pois da qualidade desta construção, depende diretamente o seu futuro ! A vida é um projeto de “ faça você mesmo”! A sua vida de hoje é o resultado de suas atitudes e escolhas feitas no passado. Sua vida de amanhã é o resultado de suas atitudes e escolhas que fizer hoje. Autor Anônimo

segunda-feira, 14 de maio de 2012

MONÓLOGO DE UM ESTUDANTE

"Não, eu não vou bem na escola. Esse é o meu segundo ano na sétima série e eu sou muito maior que os outros alunos. Entretanto, eles gostam de mim. Não falo muito na aula, mas fora da sala sei ensinar um mundo de coisas. Eles estão sempre me rodeando e isso compensa tudo que acontece na sala de aula. Eu não sei porque os professores não gostam de mim. Na verdade eles nunca acreditam que a gente sabe alguma coisa, a não ser que se possa dizer o nome do livro onde a gente aprendeu. Tenho em casa alguns livros: dicionários, Atlas, livro de português, matemática, ciências e outros que a professora manda comprar. Mas não costumo sentar e ler todos, como mandam a gente fazer na escola. Uso meus livros quando quero descobrir alguma coisa. Por exemplo, viajo sempre com meu tio, que é caminhoneiro. Quando ele me convida para fazer entrega no final de semana, vamos logo procurar num mapa rodoviário o caminho para chegar a outra cidade. Mas, na escola, a gente tem de aprender tudo que está no livro, e eu não consigo guardar. No ano passado, fiquei uma semana tentando aprender os nomes dos imperadores romanos. Claro que conhecia alguns como Nero, César e Calígula. Mas é preciso saber todos juntos e em ordem. E isso eu nunca sei. Também não ligo muito, pois os meninos que estudam os imperadores têm aprender tudo o que eles fizeram. Estou na sétima série pela segunda vez, mas a professora agora não é muita interessada nos imperadores. Ela quer é que a gente aprenda tudo sobre as guerras gregas. Acho que nunca conseguirei decorar nomes em História. Este ano, comecei a aprender um pouco sobre caminhões porque meu tio tem três, e disse que posso dirigir um quando fizer dezoito anos. Já sei bastante sobre cavalo-vapor e marchas de cinco marcas diferentes de caminhão, alguns a diesel. É gozado como os motores a diesel funcionam. Comecei a falar sobre eles com a professora de Ciências na quarta-feira passada, quando a bomba que a gente estava usando para obter vácuo esquentou. Mas a professora não via a relação entre um motor a diesel e a nossa experiência sobre a pressão do ar. ] Fiquei quieto. Mas os colegas pareceram gostar. Levei quatro deles à garagem do meu tio e como ele entende disso... Eu também não sou forte em Geografia. Neste ano, eles falam em Geografia física. Durante toda a semana estudamos agricultura de roça no mundo tropical, sistemas agrícolas tradicionais, mas não sei bulhufas. Talvez porque faltei á aula, porque meu tio me levou a Ribeirão Preto com uma carga de televisão. Trouxemos de lá um carregamento de açúcar. Meu tio tinha me dito as estradas e as distâncias em quilômetros. Ele só dirigia o caminhão e eu ia lendo as placas com os nomes das cidades onde passávamos. Até Campinas contei um montão de fábricas e daí para frente era só canavial. Mas para que tanta cana em São Paulo? Paramos duas vezes e dirigimos mais de 600 quilômetros, ida e volta. Estou tentando calcular o óleo e o desgaste do caminhão para ver quanto ganhamos. Eu costumo contar minhas viagens para meus colegas da escola e eles gostam muito porque há sempre novidades. Gostaria de fazer minhas redações sobre as viagens que faço com meu tio, mas outro dia o tema da redação na escola era: "O que uma rosa leva na primavera". Não deu... Também não dou para Matemática. Parece que não consigo me concentrar nos problemas. Um deles era assim: "Se um poste telefônico com doze metros de comprimento cai atravessado em uma estrada, de modo que um metro e meio sobre um lado e um metro de outro, qual a largura da estrada?" Acho uma bobagem calcular a largura da estrada. Nem tentei responder, pois o problema não dizia se o poste tinha caído reto ou torto. Não vou bem em Educação para o Trabalho. Todos nós fizemos um suporte para pendurar plantas e a única mesa existente está sempre ocupada. Quis fazer uma caixa de ferramentas para o meu tio, mas a professora não deixou, pois eu teria de trabalhar só em madeira. Acabei fazendo a caixa de ferramentas em casa e meu tio disse que economizou muito com o presente. Meu pai disse que eu posso sair da escola quando fizer quinze anos. Estou doidinho para isso porque há um mundo de coisas que eu quero aprender a fazer e já estou ficando velho." Depoimento adaptado de um aluno (transcrito do parecer do CFE nº 2164/78) ATIVIDADES: Questão 1: Você sente a mesma coisa em relação aos seus alunos? Questão 2: Acontece este tipo de insatisfação com seus alunos? Questão 3: Na sua escola anterior em que trabalhou, muitos alunos deixaram de estudar antes mesmo de concluir o Ensino Fundamental? Questão 4: E hoje na que você está, isto vem acontecendo? Com que freqüência? Por quê? Questão 5: A que causa você atribuiria esta fuga da escola? Questão 6: O que você modificaria na escola? E na sua? QUESTIONAMENTOS: I . Como são as aulas de Língua Portuguesa em sua escola? II . Em sua opinião, o que faltam a estas aulas, a fim de que se tornem boas? Justifique: III . Você teve alguma surpresa em suas aulas de Língua Portuguesa enquanto professor(a)? IV. Enumere 5 itens para que as aluas de Língua Portuguesa se tornem prazerosas.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Estabelecendo Limites

Visitei este blog e achei interessante este texto e resolvi compartilhar com todos vocês amigos! http://www.casadatialea.com.br/textos_educativos_detalhes.asp?Cod=3 Quando e como disciplinar as crianças não é um assunto fácil. Antigamente, os pais, principalmente o pai, estabeleciam as regras do certo ou errado, do bom e do mau comportamento, e de acordo com elas, as crianças eram punidas ou recompensadas. A partir das décadas de 20 ou 30, os pais passaram a ser instruídos no sentido de deixar os filhos mais soltos para que pudessem expressar melhor seus sentimentos, sem que fossem levadas em conta as inconveniências e os aborrecimentos que isso poderia causar às outras pessoas. Havia uma preocupação excessiva com as repercussões futuras das medidas disciplinares muito rígidas utilizadas durante a infância. Dava-se ênfase ao amor e segurança, muitas vezes entendidos como “deixe ele fazer o que quiser”, e negligenciava-se o treinamento da disciplina. Infelizmente, os resultados dessa conduta não foram os melhores. A disciplina é necessária e indispensável. Regras, leis e princípios governam quase todas as atividades físicas, mentais, emocionais e sociais. É essencial ensiná-las aos filhos para que eles possam adaptar-se ao mundo e ter um comportamento socialmente aceitável. Essa disciplina desenvolverá neles controles internos, o que lhes permitirá ter uma noção clara de seus direitos e deveres. A disciplina é uma questão de aprendizado de limites, que dura anos, sendo os maiores responsáveis os pais, que ensinam pelo exemplo que dão aos filhos e pelos limites que eles mesmos se impõem. É um processo gradual, em que os pais transmitem aos filhos seus valores e sua proposta e significado de vida. Transcende assim a utilização de normas de comportamento, a contenção de impulsos, a explicação dos direitos dos outros, a aplicação de castigos e recompensas. O segredo da disciplina está em viver aquilo que se ensina. As crianças assumem os valores aceitos por seu pais, sendo eles admitidos ou não pela sociedade. Ensinar o que não se pratica é extremamente difícil, ou mesmo impossível. Se você agride as pessoas, se dirige em velocidade excessiva, se avança os sinais, se falseia a idade de seu filho para levar vantagens, se faz o dever de casa dele, se fica calado quando recebe um troco errado, se pede atestados médicos falsos, se mente ou engana, se fura filas, se pede para ocupar um espaço que não é o seu de direito e outros atos do mesmo teor, certamente você não estará contribuindo para que seu filho se torne um cidadão digno e respeitado pela comunidade. Palmadas, surras, castigos, chantagens e outras medidas-corretivas não são as melhores formas de se disciplinar, embora possam ser utilizadas, ocasionalmente, como uma forma de “preço pago pela criança” quando ela se desvia das regras ou regulamentos estabelecidos. O adulto, com raras exceções, é o resultado do que vivenciou quando criança, principalmente em sua casa. Certamente, a violência, o narcotráfico, a corrupção, a prostituição e muitas outras mazelas só diminuirão se conseguirmos modificar profundamente a educação de nossas crianças.

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