JESUS CRISTO ONTEM HOJE E ETERNAMENTE

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domingo, 31 de maio de 2009

REFLEXÃO: O CARPINTEIRO E A CASA




Um velho carpinteiro estava para se aposentar. Contou a seu patrão sobre seus planos de deixar o serviço de carpintaria e construção de casas, para viver uma vida calma com sua família. Obviamente ele se ressentia da falta do salário mensal, porém, necessitava e merecia a tão sonhada aposentadoria. O proprietário da empresa lamentou o desligamento de um de seus melhores funcionários, entretanto considerou justa sua reinvidicação.

Como última tarefa a desempenhar, o patrão solicitou a ele que construísse ainda mais uma última casa e então, poderia afastar-se da labuta diária.
O carpinteiro consentiu, mas, com o tempo, percebia-se nitidamente que seus pensamentos e seu coração não estavam no trabalho. Ele não se empenhou no serviço e utilizou mão-de-obra e matéria-prima de qualidade inferior.

Foi uma maneira lamentável de encerrar sua carreira !

Quando o carpinteiro terminou o trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da porta ao carpinteiro dizendo: esta casa é sua, é meu presente pra você !

Que vergonha ! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria sido tão relapso ! Agora, iria morar numa casa feita de qualquer maneira...

Assim acontece conosco.
Construímos nossas vidas de maneira distraída, reagindo mais do que agindo, desejando colocar menos do que o melhor.
Nos assuntos importantes, não empenhamos nosso melhor esforço. Então, em choque, olhamos para a situação que criamos e vemos que estamos morando na casa que construímos...

Pense em você como um carpinteiro. Pense em sua casa. Cada dia você martela um prego novo. Coloca uma armação ou levanta uma parede. Construa sabiamente, pois da qualidade desta construção, depende diretamente o seu futuro !


A vida é um projeto de “ faça você mesmo”!
A sua vida de hoje é o resultado de suas atitudes e escolhas feitas no passado.

Sua vida de amanhã é o resultado de suas atitudes e escolhas que fizer hoje.
Autor Anônimo

Conversa entre dois bebês (Humor)



- E aí, véio?
- Beleza, cara?
- Ah, mais ou menos. Ando meio chateado com algumas coisas.
- Quer conversar sobre isso? - É a minha mãe. Sei lá, ela anda falando umas coisas estranhas, me botando um terror, sabe?
- Como assim?
- Por exemplo: há alguns dias, antes de dormir, ela veio com um papo doido aí. Mandou eu dormir logo senão uma tal de Cuca ia vir me pegar. Mas eu nem sei quem é essa Cuca, pô. O que eu fiz pra essa mina querer me pegar? Você me conhece desde que eu nasci, já me viu mexer com alguém?
- Nunca.
- Pois é. Mas o pior veio depois. O papo doido continuou. Minha mãe disse que quando a tal da Cuca viesse, eu ia estar sozinho, porque meu pai tinha ido pra roça e minha mãe passear. Mas tipo, o que meu pai foi fazer na roça? E mais: como minha mãe foi passear se eu tava vendo ela ali na minha frente? Será que eu sou adotado, cara?
- Sabe a sua vizinha ali da casa amarela? Minha mãe diz que ela tem uma hortinha no fundo do quintal. Planta vários legumes. Será que sua mãe não quis dizer que seu pai deu um pulo por lá?
- Hmmmm. pode ser. Mas o que será que ele foi fazer lá? VIXE! Será que meu pai tem um caso com a vizinha?
- Como assim, véio?
- Pô, ela deixou bem claro que a minha mãe tinha ido passear. Então ela não é minha mãe. Se meu pai foi na casa da vizinha, vai ver eles dois tão de caso. Ele passou lá, pegou ela e os dois foram passear. É isso, cara. Eu sou filho da vizinha. Só pode!
- Calma, maninho. Você tá nervoso e não pode tirar conclusões precipitadas.
- Sei lá. Por um lado pode até ser melhor assim, viu? Fiquei sabendo de umas coisas estranhas sobre a minha mãe.
- Tipo o quê?
- Ela me contou um dia desses que pegou um pau e atirou em um gato. Assim, do nada. Puta maldade, meu! Vê se isso é coisa que se faça com o bichano!
- Caramba! Mas por que ela fez isso?
- Pra matar o gato. Pura maldade mesmo. Mas parece que o gato não morreu.
- Ainda bem. Pô, sua mãe é perturbada, cara..
- E sabe a Francisca ali da esquina?
- A Dona Chica? Sei sim.
- Parece que ela tava junto na hora e não fez nada. Só ficou lá, paradona, admirada vendo o gato berrar de dor.
- Putz grila. Esses adultos às vezes fazem cada coisa que não dá pra entender.
- Pois é. Vai ver é até melhor ela não ser minha mãe, né? Ela me contou isso de boa, cantando, sabe? Como se estivesse feliz por ter feito essa selvageria. Um absurdo. E eu percebo também que ela não gosta muito de mim. Esses dias ela ficou tentando me assustar, fazendo um monte de careta. Eu não achei legal, né. Aí ela começou a falar que ia chamar um boi com cara preta pra me levar embora.
- Nossa, véio. Com certeza ela não é sua mãe. Nunca que uma mãe ia fazer isso com o filho.
- Mas é ruim saber que o casamento deles é essa zona, né? Que meu pai sai com a vizinha e tal. Apesar que eu acho que ele também leva uns chifres, sabe? Um dia ela me contou que lá no bosque do final da rua mora um cara, que eu imagino que deva ser muito bonitão, porque ela chama ele de “Anjo”. E ela disse que o tal do Anjo roubou o coração dela. Ela até falou um dia que se fosse a dona da rua, mandava colocar ladrilho em tudo, só pra ele pode passar desfilando e tal.
- Nossa, que casamento bagunçado esse. Era melhor separar logo.
- É. só sei que tô cansado desses papos doidos dela, sabe? Às vezes ela fala algumas coisas sem sentido nenhum. Ontem mesmo veio me falar que a vizinha cria perereca em gaiola, cara. Vê se pode? Só tem louco nessa rua.
- Ixi, cara. Mas a vizinha não é sua mãe?
- Putz, é mesmo! Tô ferrado de qualquer jeito.

POESIA!!!



AO PERDER A TI... TU E EU PERDEMOS!!!
EU PQ, TU ERAS O QUE EU MAIS AMAVA...
E TU, PQ EU ERA O QUE TE AMAVA MAIS...
CONTUDO, DE NOS DOIS... TU PERDESTES MAIS DO QUE EU...
PQ, EU PODEREI AMAR OUTRAS PESSOAS COMO AMAVA A TI...
MAIS A TI, NÃO AMARÃO COMO TE AMEI EU!!!

Poeta Nicaraguense (Ernesto Gardenal)

terça-feira, 26 de maio de 2009

Texto: Eu ensinei a todos eles



Texto: Eu ensinei a todos eles

“Lecionei no antigo ginásio durante dez anos. No decorrer desse tempo, dei tarefas a, entre outros, um assassino, um evangelista, um pugilista, um ladrão e um imbecil.
O assassino era um menino tranqüilo que se sentava no banco da frente e me olhava com seus belos olhos azuis-claros; o evangelista era o menino mais popular da escola, liderava as brincadeiras dos jovens, ouvia todos, brincava e sempre estava pronto para ajudar; o pugilista ficava perto da janela e, de vez em quando, soltava uma risada rouca que espantava até os gerânios; o ladrão era um jovem bastante alegre com uma canção nos lábios que nunca mudava; e o imbecil, um animalzinho de olhos mansos, que procurava se esconder, sempre a sombra de alguém.
Hoje, a assassino espera a morte na Penitenciária do Estado; o evangelista há um ano jaz sepultado no cemitério da aldeia; o pugilista perdeu um olho em uma briga em Hong Kong; o ladrão, se ficar na ponta dos pés, pode ver a minha casa da janela da Cadeia Municipal e o pequeno imbecil, de olhos mansos de outrora, bate a cabeça contra a parede acolchoada do Asilo Estadual.
Todos esses alunos outrora sentaram-se em minha sala e me olhavam gravemente por cima das mesas marrons da escola. Eu devo ter sido muito útil para esses alunos – ensinei-lhes o plano rítmico do Soneto Elisabetano, todos os coletivos da imensa lista que eles viram, o quarteto da hipotenusa, o Teorema de Pitágoras e como diagramar uma sentença complexa. Eu fui “uma boa professora para eles e os mesmos aprenderam tudo direitinho...”
Texto adaptado para fins educativos e científicos
( Pullias, E. V. E Young. A arte do Magistério, Rio de Janeiro, Zahar, 1970. P. 48)

sábado, 23 de maio de 2009

DEPRESSÃO: a doença do homem moderno


DEPRESSÃO: a doença do homem moderno

O ser humano, ao longo dos séculos, evoluiu em vários campos: ciências, política e tecnologia. Contudo, no que refere ao campo pessoal, esse desenvolvimento não vem acontecendo, estamos regredindo. São muitos os fatores que vêm deixando o homem depressivo, a carga horária excessiva de trabalho, a violência, as preocupações de uma maneira geral, como também outros fatores que interferem em seu bem-estar.
A solidão é um desses fatores que perturbam a vida do homem moderno, pois o deixa cada vez mais ansioso e com uma imane depressão, porque a solidão é fruto de lembranças passadas, sentimentos que são adquiridos ao longo dos anos como medo, raiva, rancor e ódio. As competições. Irritações e os complexos deixam o homem desnorteado, infausto e isolado do mundo. O estresse violento também provoca inúmeras alterações em sua vida, acarreta conseqüências que em muitos casos são bastante desastrosas.
O homem, atualmente, convive com o “lixo mental” e, gradativamente, sem perceber, esse lixo destrói todo o seu arcabouço. A depressão segundo o Aurélio é um estado mental caracterizado por tristeza, desespero e desestímulo quanto a qualquer atividade. A mesma é uma conseqüência na vida do homem moderno. Segundo estudiosos, são médicos, professores, profissionais liberais, estudantes, executivos, entre outros, que atualmente convivem com esta terrível doença. A depressão é um mal cada vez mais comum, todavia, suas vítimas, em especial os trabalhadores comuns, continuam a ignorá-la; os médicos dizem que é uma doença genética. No entanto, as causas não são totalmente conhecidas.
De acordo como Dr. Wagner Gattaz, da Universidade de São Paulo (USP), a doença não é percebida pelo paciente, tampouco é comprovada em exames clínicos. “A pessoa pode parecer ótima, mas por dentro quase não existe. O ambiente é outro fato que contribui para o desenvolvimento desse terrível mal, a vida agitada das grandes cidades, a insatisfação pessoal e profissional, o perigo dos assaltos, o desemprego e as competições diárias. Tudo isso gera um imenso vazio na vida do homem moderno, que o conduz para o afastamento do convívio social.
Estatísticas atuais mostram e comprovam que a depressão ocupará o segundo lugar no ranking das doenças que mais matarão até 2010, perderá apenas para as doenças do coração. Segundo o Dr. Gattaz, para curar a depressão são necessários alguns dados elementares . Em primeiro lugar, a aceitação da doença por parte do paciente; segundo, a procura de um bom especialista que possa ajudar e cuidar bem do paciente; a escolha do medicamento correto por parte do paciente; evitar a automedicação; a mudança dos hábitos do cotidiano; e por fim, a superação do conceito, não só do paciente quanto dos familiares também.
O homem moderno conquistou todos os espaços que permeiam sua vida( Terra, Água, Espaço Sideral), contudo, não conseguiu a si próprio, mesmo evoluindo em várias áreas, permanece situado em lugar ermo e imensamente depressivo. Logo, a saúde é a maior riqueza que o ser humano possui. O homem necessita fazer caminhadas diárias, tirar algumas horas para o lazer com a família, tentar levar uma vida sem ornatos; já que foi capaz de tantos inventos importantes, também deve ser capaz de criar uma forma estável para viver bem, porque se ele adquire a tranqüilidade, a paz espiritual, pode se estruturar e conseguir sucesso tanto na vida pessoal quanto a profissional. Caso não consiga, irá sofrer as conseqüências desastrosas as quais em muitos casos serão danos irreparáveis como a depressão, que na maioria das vezes são irreversíveis.
Texto da professora Neusa Amorim
Em: 27 de agosto de 2003.

Minha vida é a maior empresa do mundo... Frenando Pessoa




Fernando Pessoa (Lisboa, 13 de junho de 1888 - Lisboa, 30 de novembro de 1935)



Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma .
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...

(Fernando Pessoa)

Reflexão sobre os conteúdos vividos na escola...



Texto: Eu ensinei a todos eles

“Lecionei no antigo ginásio durante dez anos. No decorrer desse tempo, dei tarefas a, entre outros, um assassino, um evangelista, um pugilista, um ladrão e um imbecil.
O assassino era um menino tranqüilo que se sentava no banco da frente e me olhava com seus belos olhos azuis-claros; o evangelista era o menino mais popular da escola, liderava as brincadeiras dos jovens, ouvia todos, brincava e sempre estava pronto para ajudar; o pugilista ficava perto da janela e, de vez em quando, soltava uma risada rouca que espantava até os gerânios; o ladrão era um jovem bastante alegre com uma canção nos lábios que nunca mudava; e o imbecil, um animalzinho de olhos mansos, que procurava se esconder, sempre a sombra de alguém.
Hoje, o assassino espera a morte na Penitenciária do Estado; o evangelista há um ano jaz sepultado no cemitério da aldeia; o pugilista perdeu um olho em uma briga em Hong Kong; o ladrão, se ficar na ponta dos pés, pode ver a minha casa da janela da Cadeia Municipal e o pequeno imbecil, de olhos mansos de outrora, bate a cabeça contra a parede acolchoada do Asilo Estadual.
Todos esses alunos outrora sentaram-se em minha sala e me olhavam gravemente por cima das mesas marrons da escola. Eu devo ter sido muito útil para esses alunos – ensinei-lhes o plano rítmico do Soneto Elisabetano, todos os coletivos da imensa lista que eles viram, o quarteto da hipotenusa, o Teorema de Pitágoras e como diagramar uma sentença complexa. Eu fui “uma boa professora para eles e os mesmos aprenderam tudo direitinho...”
Texto adaptado para fins educativos e científicos
( Pullias, E. V. E Young. A arte do Magistério, Rio de Janeiro, Zahar, 1970. P. 48)

segunda-feira, 18 de maio de 2009

A didática do Professor ruim!

O professor ruim está em toda parte. Com certeza estará lendo esse artigo e já começa a se preocupar com o que vem adiante. Não se preocupe! Afinal, você saberá o que não fazer na sua próxima aula. Prometo!
Na educação superior essa prática é maior, pois a LDB/1996 não exige dos docentes uma formação prévia para o exercício da docência. Entende-se que, possuindo cursos de pós-graduação, o sujeito pode ser professor.
É verdade que os programas de pós-graduação stricto senso, em sua maioria, não introduzem a disciplina didática do ensino superior em sua estrutura curricular. Raras exceções nos cursos de educação. Muitos “professores” por desconhecerem as noções básicas de didática, chegam a uma sala de aula acreditando que poderão ser içados à condição de docentes da noite para o dia. Sendo esta a “arte de ensinar”, é preciso que o candidato à docência no ensino superior tenha uma mínima noção dessa importante ciência. Devendo buscar sua formação em cursos que apresentem mais conteúdos em seus projetos curriculares. Ou pelo menos, a leitura de bons livros sobre o tema.
Lamentavelmente, existem docentes que entram em sala de aula sem elaborar um plano da disciplina; um plano de aula e principalmente sem esclarecer aos seus alunos os conteúdos da disciplina que irão ministrar. Os objetivos da disciplina não são repassados, pois não tinham atentado para essa questão. A bibliografia a ser utilizada em sala de aula não reflete a realidade de seu curso, pois muitas vezes sequer participam das reuniões do departamento por acreditar que não somará nada à sua atividade. Desconhece a realidade de seu curso e de sua instituição. E ainda indicam livros, que não solicitaram ao seu coordenador e, que não constam na biblioteca de sua faculdade, trazendo dores de cabeça para a instituição.
O professor ruim não possui critérios para a avaliação dos alunos. Para ele avaliar é a fase mais divertida de sua aventura acadêmica, posto que terá um instrumento para intimidar seus alunos e, assim, confia que poderá “controlá-los”. E quem sabe até ser homenageado na colação de grau, pois poderá flexibilizar suas exigências. Tornando-se “bonzinho”.
O “bom professor ruim” (desculpem a contradição, mas é verdade) acredita ser o centro das atenções em sala de aula. Foca suas energias no ensino, desprezando a aprendizagem. Não é inovador e não desperta em seu público o interesse pela matéria. Suas aulas são monótonas, cansativas, não havendo interação com a turma. Renovando esse perfil a cada semestre. E o pior: ainda chega atrasado à aula e a termina antes do tempo previsto.
O professor ruim transforma-se em um replicador de leituras. Leu em casa e passa para os alunos no outro dia. Esquece que a geração orkut chega à aula com milhares de mega bits de informações. A arrogância e a criação de barreiras na relação com o alunado fazem parte de sua personalidade,. Evidência maior que o docente está despreparado para exercer com maestria a arte de ensinar.
Esse perfil de professor não sabe nem portar-se em sala de aula. Fala baixo; escreve muito no quadro; é desorganizado; não instiga os alunos a participarem das aulas; usa tecnologias, de maneira errada, para passar o tempo de sua aula; não realiza chamada; não registra nos diários de classe os conteúdos ministrados e repete a mesma aula da semana anterior. Ele é o caos... No final do ano ele será dispensado, pois não saiu do padrão acima.

Inácio feitosa (Advogado e Mestre em Educação pela UFPE)

terça-feira, 12 de maio de 2009

Abolição da Escravatura



Princesa Isabel pôs fim à escravidão
em 13 de maio de 1888

Lei Áurea pôs fim à escravatura no país

A campanha abolicionista foi um movimento social e político ocorrido entre 1870 e 1888, que defendia o fim da escravidão no Brasil.

Termina com a promulgação da Lei Áurea, que extingue o regime escravista originário da colonização do Brasil. A escravidão havia começado a declinar com o fim do tráfico de escravos em 1850. Progressivamente, imigrantes europeus assalariados substituem os escravos no mercado de trabalho. Mas é só a partir da Guerra do Paraguai (1865-1870) que o movimento abolicionista ganha impulso. Milhares de ex-escravos que retornam da guerra vitoriosos, muitos até condecorados, se recusam a voltar à condição anterior e sofrem a pressão dos antigos donos. O problema social torna-se uma questão política para a elite dirigente do Segundo Reinado.

Convite à reflexão



Prezados amigos,
Primeiro dia de aula de redação, a professora se apresentou e disse que gostaria de fazer uma avaliação com os alunos para verificar o nível da turma. Pediu para que ninguém se preocupasse, pois não iria exigir muito da turma. O exercício constava em elaborar uma redação. O tema seria livre e não haveria nenhuma restrição quanto a quantidade de linhas do texto. O tempo previsto para o término da redação seria de uma hora e vinte minutos. Naquele exercício só haveria uma exceção, não seria admitido escrever sobre esportes. Na concepção da professora, esse era o tema mais explorado pelos alunos, ou seja, o mais “batido”.
De caneta na mão e papel rascunho em cima da mesa, comecei a pensar no que escrever. Em princípio, nenhuma idéia me veio à cabeça. O tempo começou a passar e nem ao menos havia decidido sobre qual assunto iria escrever. Após alguns calafrios e a sensação de que não iria conseguir fazer nada, surgiu a idéia de descrever aquilo que estava se passando comigo naquele momento. Após muito sofrimento, consegui redigir algumas linhas. Em torno de vinte.
No texto, descrevi sobre aqueles momentos e, também, sobre o fato de não poder falar sobre os esportes. E, numa infeliz referência feita no texto, perguntei se a professora, quando criança, não havia sofrido algum tipo de trauma nas aulas de educação física, simplesmente, pelo fato dela ter excluído o tema esportes. Realmente fui muito infeliz nessa colocação. Não tive a menor intenção de desmerece-la ou julgá-la. Entretanto, aquelas vinte linhas redigidas com a maior dificuldade, haveria de ser o meu martírio por muito tempo. E isso ocorreu depois da correção do teste. A professora ao corrigir o texto, fez alguns comentários que até hoje não consigo apagar de minha mente. Ela afirmou que existiam alunos despreparados, SEM NADA NA CABEÇA, que não sabiam falar de outro assunto a não ser aquele. A prova disso era aquele texto, ridículo, merecedor de um zero. Li uma, duas, três e reli várias outras vezes. Não conseguia acreditar naquilo. O texto feito com tanta dificuldade e sofrimento, porém com comentários tão pejorativos.
Na sala todos os outros alunos comentavam sobre o teste, menos eu. Peguei a redação e a escondi. Pedi licença a professora e fui chorar num canto do banheiro. Por ali, permaneci até ao final da aula. Foi uma experiência horrível da qual jamais comentei com ninguém. E o pior, foram as conseqüências do fato. Toda vez que a professora entrava na sala de aula sentia a maior vontade de sumir, de correr, de estar em qualquer lugar, menos ali. Foi um ano escolar muito difícil. Minhas notas em redação durante todo aquele ano foram baixíssimas, entretanto acabei passando de ano em função das boas notas tiradas em gramática.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Texto: O lápis e o apontador



Estamos no tempo do computador, mas gosto de, às vezes escrever com lápis. É uma sensação diferente. Você vê não apenas o que escreveu, mas também sua letra, de seu jeito próprio. Não sei por que, mas sempre gostei daquela cor cinza da escrita do lápis.
Outro dia estava escrevendo. Percebi que o lápis estava falhando, não estava escrevendo direito. Peguei um apontador que tenho e que guardo comigo há bastante tempo, e, com poucos giros, o lápis estava pronto para escrever de novo. Um pouco menor do que antes, mas pronto para escrever.
Enquanto apontava o lápis, fiquei observando. Na vida da gente também é assim. Depois de algum tempo, é preciso apontar o lápis. Vivemos as preocupações do dia-a-dia, as muitas atividades, o cansaço, a rotina, e eles vão fazendo com que o lápis de nossa vida vá ficando rombudo, já não escrevendo bem nossa história. É hora de passar pelo apontador.
São os muitos os apontadores que podemos usar: um dia de descanso, um final de semana com quem gostamos uma noite bem dormida, um papo aberto e sincero com um amigo, um abraço desinteressado, um aconselhamento com alguém mais experiente, um momento de oração, de encontro pessoal com Deus e com nós mesmos, a leitura de um bom livro, um bom filme, um dia de retiro, um mês de férias, um curso de atualização... São muitas as oportunidades.
Passar pelo apontador não deve ter sido agradável para o lápis. Afinal, para que a ponta ficasse evidente e apropriada para escrita, ele teve que se deixar cortar. E deixou-se cortar na “carne”. Mas, não tinha outra saída: ou enfrentava o apontador ou não podia mais desempenhar sua função de escrever. Um lápis sem ponta é incompleto. Não serve para nada. É apenas um enfeite.
Penso que, muitas vezes, somos mais medrosos ou covardes do que o lápis. Quantas vezes sentimos que estamos perdendo a capacidade de escrever por causa da rotina, pelo desleixo, pela acomodação, pelo não-atualização, pelo descuido das pequenas coisas mas, não temos coragem de enfrentar o apontador e nos refazer? Acho que temos medo, porque sabemos que afiar a ponta significa, quase sempre, cortar excessos, aparar o que está sobrando e dificultando, retomar caminhos, abandonar atitudes e vícios, às vezes, já arraigados, mudar comportamentos, olhar em outras direções, pedir desculpas, superar o egoísmo, o narcisismo, perdoar... E isso é muito difícil.
Mas voltemos a história do lápis e de apontador. Ao passar pelo apontador, o lápis foi cortado em sua parte externa, mais também em seu interior. O carvão interno também foi modelado, renovado. Para que a escrita fique perfeita, a ponta precisa ser feita por inteiro. O mesmo acontece conosco. Ou apontamos nosso lápis e refazemos nossa capacidade de escrever história, deixando-nos modelar externa internamente, ou seremos como um lápis sem ponta, sem utilidade, sem significado.
Estamos recomeçando um novo tempo. É hora de escrevermos uma nova história. Que tenhamos bem apontado nosso lápis. Texto de: Padre Genésio Zeferino da Silva Filho

O papel do Educador atual



O PAPEL DO EDUCADOR ATUAL

O grande educador Paulo Freire já dizia que o educador é todo ser humano envolvido em sua prática transformadora. O educador atual é aquele que se inquieta em ensinar a aprender, faz o aluno questionar, argumentar, formular hipóteses, discordar, deseja que seus alunos se aventurem no prazer de pesquisar, de ler, alunos curiosos e conscientes de seus direitos e deveres. Forma opiniões constrói o cidadão pleno. A interação entre educador e educando deve ser mútua, pois, ambos fazem parte da história da aprendizagem, não como meros objetos, entretanto, como sujeitos que buscam, participam e aprendem juntos, porque ensinar é um esterno aprender. Dessa maneira, a aprendizagem é infinita e a educação acontece.
Segundo Ghiraldelli a educação é algo que passa pela emoção, o professor necessita amar o que faz para poder nortear seu aluno e torná-lo um aventureiro no prazer de estudar. A paixão pela profissão é fundamental, senão dizer essencial, haja vista se o educador gosta do que faz, forma educandos críticos, os quais irão saber lutar por sua cidadania, com habilidades e competências, as quais farão com que eles participem ativamente, interajam, respeitem às diferenças e atuem na sociedade a qual convivem. O papel do educador nos dias atuais é imprescindível, pois, “ele faz a diferença” já que o mesmo passa os valores fundamentais para a formação moral, mas também a intelectual, principalmente na sociedade pós-moderna, globalizada, a qual prevalece à inversão de valores, o professor é peça chave na construção do conhecimento.
O terceiro milênio exige um educador que saiba fazer de suas aulas verdadeiras viagens em busca do conhecimento e o mesmo é conquistado dia após dia, com estudo e muita pesquisa. A praxe do Educador atual, portanto, deve ser protagonizadora de um novo tempo, o tempo do “aprender a aprender”, do saber fazer consciente, da aprendizagem com significado, em que o aluno participa como sujeito de sua própria história.
Professora NEUSA AMORIM
Maio de 2003

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Ser Mãe é !



Sempre está disponível
Esquece dela e só vê os filhos...
Rainha de todos os jardins”

Maravilhosa em tudo o que faz!
Amorosa e encantadora.
Ensina diariamente o melhor e não

Espera retribuição, pois o amor que sente é incondicional!

Texto da Professora Neusa Amorim
Em 04 de Maio de 2009

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