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terça-feira, 23 de outubro de 2012

Onde encontrar a intertextualidade??

Podemos encontrar em poemas,músicas, tirinhas,imagens etc... Monte Castelo Legião Urbana 1-Ainda que eu falasse A língua dos homens E falasse a língua dos anjos, Sem amor eu nada seria. 2-É só o amor! É só o amor Que conhece o que é verdade. O amor é bom, não quer o mal, Não sente inveja ou se envaidece. 3-O amor é o fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer. 4-Ainda que eu falasse A língua dos homens E falasse a língua dos anjos Sem amor eu nada seria. 5-É um não querer mais que bem querer; É solitário andar por entre a gente; É um não contentar-se de contente; É cuidar que se ganha em se perder. 6-É um estar-se preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor; É um ter com quem nos mata a lealdade. Tão contrário a si é o mesmo amor. 7-Estou acordado e todos dormem. Todos dormem. Todos dormem. Agora vejo em parte, Mas então veremos face a face. 8-É só o amor! É só o amor Que conhece o que é verdade. 9-Ainda que eu falasse A língua dos homens E falasse a língua dos anjos, Sem amor eu nada seria. Intertextualidade com a bíblia e com o poema de camões Citações de I Coríntios capítulo 13 “Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.” 1 Coríntios 13.1 “O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece” 1 Coríntios 13:4 “Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido” 1 Coríntios 13:12 Citações do poema de Luís de Camões: Amor é fogo que arde sem se ver. Amor é fogo que arde sem se ver “Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que se ganha em se perder. É querer estar preso por vontade É servir a quem vence o vencedor, É ter com quem nos mata lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade; Se tão contrário a si é o mesmo amor?” Luís de Camões

sábado, 13 de outubro de 2012

PRÁTICA REFLEXIVA E ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA

Texto adaptado para fins didáticos As atuais teorias lingüísticas e as propostas de ensino de Língua Portuguesa nas séries inicias apontam para o texto como objeto central de ensino. Nesse sentido, a prática de análise lingüística do texto se torna essencial para que o docente leve a efeito o texto como eixo de articulação e progressão curricular. Nessa concepção, as atividades de leitura, produção de textos, análise lingüística e refacção textual passam a ser integradas, proporcionando aos alunos, orientações mais claras quanto à compreensão e produção de textos; e aos professores, o estabelecimento de critérios para a organização de sua prática pedagógica e a possibilidade de transposição didática. Entretanto, essa prática requer do professor o desenvolvimento de capacidades de percepção lingüística que promovam ação autônoma, crítica e ética. Conforme Marcuschi (2004), a formação intelectual do aluno de Letras e demais cursos na área de Humanas deve estar voltada à formação para a competência e não para a simples competição no mercado. Assim, adotando-se o conceito de competência aplicada como capacidade de viver profissionalmente o que se sabe teoricamente é que os estudos atuais vêem o texto como o foco de todo o aprendizado. Ele é o centro de tudo... Os estudos lingüísticos desenvolvidos atualmente operam com conhecimentos de outras ciências para dar conta de estudar criticamente a linguagem, formulando modelos teóricos no âmbito dos procedimentos de interpretação e produção lingüística. Silva (2007) destaca como questões recentes da Lingüística: a noção de conscientização lingüística, o “modo” de aprendizagem de línguas, a aprendizagem via interações dialógicas, os padrões de interação professor-aluno, a aprendizagem centrada no contexto e o professor como pesquisador. O mestre deixa de ser o que sabe, mas o que aprende sempre. Também Rojo (2008) apresenta uma metodologia transdisciplinar para fazer a análise enunciativa da aula dialogada, interativa como gênero escolar, propondo a relação entre o sistema de atividades que a constitui e o sistema de gêneros textuais (orais e escritos) que se alinham para promover uma dada intenção enunciativa. Assim, ao estudar a enunciação de uma aula dialogada, a pesquisadora descreve as vozes em conflito do autor de um texto lido por um aluno e da professora, que, numa atitude bastante comum na prática docente, interrompe-o para comentar o texto; entretanto, fica evidente que ela desvirtuou o sentido do texto. Atualmente as aulas de Língua Portuguesa deixam de ser meramente aulas de gramática e passam a ser aulas de várias linguagens e de diversos gêneros textuais, entre eles os mais usados na mídia: os gêneros textuais vieram para ficar. São usados em todos os lugares de comunicação e em todas as situações comunicativas. Faz-se necessário ao professor atualizar-se, a fim de que não fique a mercê da aprendizagem meramente bancária que não tem mais respaldo diante de tantas mudanças tecnológicas. O mundo mudou e a escola também necessita mudar e acompanhar o que está em sua volta.

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