JESUS CRISTO ONTEM HOJE E ETERNAMENTE

JESUS CRISTO ONTEM HOJE E ETERNAMENTE

QUE ALEGRIA SUA VISITA!

SEJA MUITO BEM VINDO AO NOSSO BLOG !


A PALAVRA DE DEUS DIZ QUE IDE E PREGAI O EVANGELHO A TODA CRIATURA.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

PROFESSORES: PRECISAMOS SER ÁGUIAS!



A FÁBULA DA ÁGUIA E DA GALINHA
Esta é uma história que vem de um pequeno país da África Ocidental, Gana, narrada por um educador popular, James Aggrey, nos inícios deste século, quando se davam os embates pela descolonização.
"Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro, a fim de mantê-lo cativo em casa. Conseguiu pegar um filhote de águia.
Colocou-o no galinheiro junto às galinhas. Cresceu como uma galinha.
Depois de cinco anos, esse homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista.Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista:
- Esse pássaro aí não é uma galinha. É uma águia.
- De fato, disse o homem.- É uma águia. Mas eu a criei como galinha. Ela não é mais águia. É uma galinha como as outras.
- Não, retrucou o naturalista.- Ela é e será sempre uma águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.
- Não, insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.
Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e, desafiando-a, disse:
- Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe!
A águia ficou sentada sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.
O camponês comentou:
- Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!
- Não, tornou a insistir o naturalista. - Ela é uma águia. E uma águia sempre será uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.
No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa.
Sussurrou-lhe:
- Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!
Mas, quando a águia viu lá embaixo as galinhas ciscando o chão, pulou e foi parar junto delas.
O camponês sorriu e voltou a carga:
- Eu havia lhe dito, ela virou galinha!
- Não, respondeu firmemente o naturalista. - Ela é águia e possui sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.
No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram-na para o alto de uma montanha. O sol estava nascendo e dourava os picos das montanhas.
O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:
- Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe!
A águia olhou ao redor. Tremia, como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então, o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, de sorte que seus olhos pudessem se encher de claridade e ganhar as dimensões do vasto horizonte.
Foi quando ela abriu suas potentes asas.
Ergueu-se, soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto e voar cada vez mais para o alto.
Voou. E nunca mais retornou."

"Existem pessoas que nos fazem pensar como galinhas. E ainda até pensamos que somos efetivamente galinhas. Porém, é preciso ser águia. Abrir as asas e voar. Voar como as águias. E jamais se contentar com os grãos que jogam aos pés para ciscar.”

domingo, 28 de março de 2010

TEXTO: CONVITE À REFLEXÃO!

Prezados amigos,
Primeiro dia de aula de redação, a professora se apresentou e disse que gostaria de fazer uma avaliação com os alunos para verificar o nível da turma. Pediu para que ninguém se preocupasse, pois não iria exigir muito da turma. O exercício constava em elaborar uma redação. O tema seria livre e não haveria nenhuma restrição quanto a quantidade de linhas do texto. O tempo previsto para o término da redação seria de uma hora e vinte minutos. Naquele exercício só haveria uma exceção, não seria admitido escrever sobre esportes. Na concepção da professora, esse era o tema mais explorado pelos alunos, ou seja, o mais “batido”.
De caneta na mão e papel rascunho em cima da mesa, comecei a pensar no que escrever. Em princípio, nenhuma idéia me veio à cabeça. O tempo começou a passar e nem ao menos havia decidido sobre qual assunto iria escrever. Após alguns calafrios e a sensação de que não iria conseguir fazer nada, surgiu a idéia de descrever aquilo que estava se passando comigo naquele momento. Após muito sofrimento, consegui redigir algumas linhas. Em torno de vinte.
No texto, descrevi sobre aqueles momentos e, também, sobre o fato de não poder falar sobre os esportes. E, numa infeliz referência feita no texto, perguntei se a professora, quando criança, não havia sofrido algum tipo de trauma nas aulas de educação física, simplesmente, pelo fato dela ter excluído o tema esportes. Realmente fui muito infeliz nessa colocação. Não tive a menor intenção de desmerece-la ou julgá-la. Entretanto, aquelas vinte linhas redigidas com a maior dificuldade, haveria de ser o meu martírio por muito tempo. E isso ocorreu depois da correção do teste. A professora ao corrigir o texto, fez alguns comentários que até hoje não consigo apagar de minha mente. Ela afirmou que existiam alunos despreparados, SEM NADA NA CABEÇA, que não sabiam falar de outro assunto a não ser aquele. A prova disso era aquele texto, ridículo, merecedor de um zero. Li uma, duas, três e reli várias outras vezes. Não conseguia acreditar naquilo. O texto feito com tanta dificuldade e sofrimento, porém com comentários tão pejorativos.
Na sala todos os outros alunos comentavam sobre o teste, menos eu. Peguei a redação e a escondi. Pedi licença a professora e fui chorar num canto do banheiro. Por ali, permaneci até ao final da aula. Foi uma experiência horrível da qual jamais comentei com ninguém. E o pior, foram as conseqüências do fato. Toda vez que a professora entrava na sala de aula sentia a maior vontade de sumir, de correr, de estar em qualquer lugar, menos ali. Foi um ano escolar muito difícil. Minhas notas em redação durante todo aquele ano foram baixíssimas, entretanto acabei passando de ano em função das boas notas tiradas em gramática.

PS: O que falo no texto acima é verídico e vale como um toque para os educadores. Só resolvi narrá-lo em função da confiança que este site passa as pessoas.

LIÇÃO DA ÁGUA!

Hoje, nos deparamos com pessoas que diante das dificuldades só vivem reclamando. Deixam de agradecer os talentos que têm e por isso não conseguem deixar de falar da crise financeira, das pessoas que os machucam e das frustrações da vida.

Gastam energia excessiva com as críticas que recebem e com coisas que lhes prejudicam o encanto pela vida.

Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas. Lembre-se da sabedoria da água: “a água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna”.

Quando alguém lhe ofender ou frustrar, seja como a água e a pessoa que lhe feriu será o obstáculo. Contorne-a sem discutir.

Aprenda a amar sem esperar muito dos outros, mas lembre-se que quem lhe faz chorar e sofrer não lhe merece. Simplesmente ignore tias pessoas e continue vivendo, seguindo seu curso natural.

segunda-feira, 22 de março de 2010

DEVOCIONAL DA SEMANA

DEVOCIONAL:
Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade,
benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra
estas coisas não há lei.

-- Gálatas 5:22-23

PENSAMENTO:
Muitos grupos religiosos lhe darão toda sorte de maneiras de
saber se você tem ou não o Espírito Santo. Jesus tem uma resposta
simples: "os conhecerão pelo seu fruto". Paulo nos dá a definição
de fruto santo - AMOR, ALEGRIA, PAZ, PACIÊNCIA, BENIGNIDADE,
BONDADE, FIDELIDADE, MANSIDÃO, DOMÍNIO PRÓPRIO. Agora, por quê não
repeti-los em voz alta e pedir que o Senhor lhe dê esse fruto em
boa medida?

ORAÇÃO:
Aba Pai, através do Espírito eu chamo o Senhor. Por favor,
realize em mim o caráter que o Senhor possui. Quero exibir as
qualidades do seu filho, Jesus, em cujo nome eu oro. Amém.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Recife e Olinda comemoram aniversário nesta quinta feira



Em homenagem ao dia das cidades-irmãs, artistas falam de sua paixão pelas cidades ao Bom Dia Pernambuco

Recife e Olinda estão em festa nesta quinta-feira (12) - as duas cidades fazem aniversário. O Recife comemora 472 anos; Olinda, um pouco mais velha, 474 anos.

As duas aniversariantes do dia têm muitos encantos, muitas paisagens coloridas e muitos sabores que mexem com a imaginação de turistas e dos moradores também. Mas cada um tem um jeito diferente de gostar e admirar as belezas do Recife e de Olinda.

Olinda

O sentimento por Olinda é revelado de muitas formas. "Na verdade, a imagem da cidade é inspiração para todo tipo de artista, desde o escultor, o pintor, o artista plástico de modo geral", afirma o artesão Ademir Sá. “Com certeza, Olinda está no coração”.

Do coração direto para um pedaço da casca de madeira de cajá, no qual é retratado o mar, o farol, o colorido do casario, o homem da meia-noite que interrompe a paz das igrejas seculares. A turista Elisângela Vieira não deixou a lembrança passar.

“Eu vou levar pra casa, para o lugar tão longe onde moro, no Rio Grande do Sul”, conta. “Em um pedacinho de madeira, fica uma lembrança para a vida inteira de tudo o que a gente viu aqui”.

A paixão pela cidade costuma ser assim: imediata, à primeira vista. Mas o amor é diferente. Surge devagar, com a convivência. Talhado pela paciência de quem aprende a descobrir o outro, como o artista plástico Manu de Olinda. “Eu que nasci e fui criado em Olinda já conheço todos os pontos da cidade, então é fácil memorizar e fazer peças retratando”, diz.

Peças que traduzem a alegria, a riqueza, a religiosidade e o colorido de um lugar que parece uma obra de arte - impossível resistir. “Não tenho pretensão de sair da minha cidade, gosto demais, cada dia me inspiro mais aqui”, garante o artista plástico Lula de Andrade. E faz o desejo: “Feliz aniversário, Olinda!”.

Recife

Parabéns, também para o Recife. Dois anos mais nova que sua cidade-irmã, a capital pernambucana mexe com a imaginação dos visitantes e, principalmente, de quem mora aqui. Gente que consegue apreciar todo o sabor da capital pernambucana.

O Recife tem gosto de quê? De camarão? Do caldinho, dos bares e das rodas de amigos? A cor, o cheiro, tomando conta dos mercados de São José, de Casa Amarela e da Madalena? Os coqueiros, o sol, o mar, as praias do recife. As padarias onde o dia começa para milhares de recifenses.

O gosto doce das celebrações e datas importantes. O Recife do Galo da Madrugada, dos festejos juninos, do ciclo natalino, das ruas lotadas durante as festas da padroeira e do Morro da Conceição, do aniversário de 472 anos.

E aniversário tem gosto de bolo. Não qualquer um, porque também não pode ser achado em qualquer lugar: o bolo de rolo. “Ele é tradicional em Pernambuco e com certeza vai representar muito bem o aniversário do Recife”, garante a balconista Chimenes da Silveira.

Vale lembrar que esta quinta-feira (12) não é feriado no Recife, apenas em Olinda, onde só os serviços essenciais funcionam.

Postagens populares


VENHA VOCÊ TAMBÉM!

VENHA VOCÊ TAMBÉM!

LEMBRE-SE !

LEMBRE-SE !

AMIGOS QUE

AMIGOS QUE

DESEJO SEMPRE

DESEJO SEMPRE

Ó MEU DEUS

Ó  MEU DEUS